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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Japão defende aumento pressão sobre Pyongyang após oferta de dialogo dos EUA

O Japão defendeu nesta quarta-feira que se aumente a pressão sobre a Coreia do Norte, com o objetivo de que esta "mude suas políticas", e reiterou seu apoio total aos Estados Unidos, após a notícia de um possível diálogo bilateral sem condições prévias entre Washington e Pyongyang.


EFE

"Os dois líderes de Japão e Estados Unidos definiram sua política sobre a Coreia do Norte e esta inclui a máxima pressão sobre o país (...) Além disso, a Casa Branca confirmou que não mudou sua postura a respeito", afirmou hoje o ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga.


O porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, em foto de agosto de 2017. EFE/KIMIMASA MAYAMA
O porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, em foto de agosto de 2017. EFE/KIMIMASA MAYAMA

Durante uma entrevista coletiva, Suga ressaltou "a estreita relação entre Estados Unidos e Japão", depois que o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que a ameaça da Coreia do Norte é "a mais imediata" e que continuará com a diplomacia "com a esperança de êxito até que caia a primeira bomba".

Neste sentido, Tillerson se pronunciou ontem sobre a possibilidade de começar um diálogo com a Coreia do Norte, deixando de lado a condição prévia que estabelecia que o país asiático devia renunciar primeiro ao seu arsenal nuclear como parte de qualquer negociação.

O chefe da diplomacia americana afirmou durante uma conferência em Washington que o país "sempre estará disposto a falar", mas que para isso "é necessário que a Coreia do Norte se sente à mesa de negociações".

A escalada de tensões na península coreana se acentuou no final de novembro, depois que a Coreia do Norte lançou um novo míssil balístico intercontinental que seria capaz de atingir qualquer parte do território americano, após mais de dois meses de inatividade.

O novo teste armamentista aconteceu pouco depois que o governo de Donald Trump incluiu a Coreia do Norte na lista de países que patrocinam o terrorismo.


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