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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Japão defende aumento pressão sobre Pyongyang após oferta de dialogo dos EUA

O Japão defendeu nesta quarta-feira que se aumente a pressão sobre a Coreia do Norte, com o objetivo de que esta "mude suas políticas", e reiterou seu apoio total aos Estados Unidos, após a notícia de um possível diálogo bilateral sem condições prévias entre Washington e Pyongyang.


EFE

"Os dois líderes de Japão e Estados Unidos definiram sua política sobre a Coreia do Norte e esta inclui a máxima pressão sobre o país (...) Além disso, a Casa Branca confirmou que não mudou sua postura a respeito", afirmou hoje o ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga.


O porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, em foto de agosto de 2017. EFE/KIMIMASA MAYAMA
O porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, em foto de agosto de 2017. EFE/KIMIMASA MAYAMA

Durante uma entrevista coletiva, Suga ressaltou "a estreita relação entre Estados Unidos e Japão", depois que o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que a ameaça da Coreia do Norte é "a mais imediata" e que continuará com a diplomacia "com a esperança de êxito até que caia a primeira bomba".

Neste sentido, Tillerson se pronunciou ontem sobre a possibilidade de começar um diálogo com a Coreia do Norte, deixando de lado a condição prévia que estabelecia que o país asiático devia renunciar primeiro ao seu arsenal nuclear como parte de qualquer negociação.

O chefe da diplomacia americana afirmou durante uma conferência em Washington que o país "sempre estará disposto a falar", mas que para isso "é necessário que a Coreia do Norte se sente à mesa de negociações".

A escalada de tensões na península coreana se acentuou no final de novembro, depois que a Coreia do Norte lançou um novo míssil balístico intercontinental que seria capaz de atingir qualquer parte do território americano, após mais de dois meses de inatividade.

O novo teste armamentista aconteceu pouco depois que o governo de Donald Trump incluiu a Coreia do Norte na lista de países que patrocinam o terrorismo.


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