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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Japão defende aumento pressão sobre Pyongyang após oferta de dialogo dos EUA

O Japão defendeu nesta quarta-feira que se aumente a pressão sobre a Coreia do Norte, com o objetivo de que esta "mude suas políticas", e reiterou seu apoio total aos Estados Unidos, após a notícia de um possível diálogo bilateral sem condições prévias entre Washington e Pyongyang.


EFE

"Os dois líderes de Japão e Estados Unidos definiram sua política sobre a Coreia do Norte e esta inclui a máxima pressão sobre o país (...) Além disso, a Casa Branca confirmou que não mudou sua postura a respeito", afirmou hoje o ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga.


O porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, em foto de agosto de 2017. EFE/KIMIMASA MAYAMA
O porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, em foto de agosto de 2017. EFE/KIMIMASA MAYAMA

Durante uma entrevista coletiva, Suga ressaltou "a estreita relação entre Estados Unidos e Japão", depois que o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que a ameaça da Coreia do Norte é "a mais imediata" e que continuará com a diplomacia "com a esperança de êxito até que caia a primeira bomba".

Neste sentido, Tillerson se pronunciou ontem sobre a possibilidade de começar um diálogo com a Coreia do Norte, deixando de lado a condição prévia que estabelecia que o país asiático devia renunciar primeiro ao seu arsenal nuclear como parte de qualquer negociação.

O chefe da diplomacia americana afirmou durante uma conferência em Washington que o país "sempre estará disposto a falar", mas que para isso "é necessário que a Coreia do Norte se sente à mesa de negociações".

A escalada de tensões na península coreana se acentuou no final de novembro, depois que a Coreia do Norte lançou um novo míssil balístico intercontinental que seria capaz de atingir qualquer parte do território americano, após mais de dois meses de inatividade.

O novo teste armamentista aconteceu pouco depois que o governo de Donald Trump incluiu a Coreia do Norte na lista de países que patrocinam o terrorismo.


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