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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Líbano não exclui opção militar devido à construção da parede na fronteira por Israel

O presidente do Líbano, Michel Aoun, declarou que Israel começou a construir uma barragem de concreto na assim chamada "linha azul". A linha era reconhecida pela ONU como a fronteira entre o Líbano e Israel, mas o Líbano exige o seu deslocamento. Assim, de acordo com Aoun a linha fixará a "ocupação" do território libanês.


Sputnik

"Michel Aoun se manifesta a favor do respeito do direito internacional de um lado e dos direitos dos libaneses de outro lado. A 'linha azul' não é a fronteira entre os países, porque passa parcialmente através do território libanês. Se construir a parede na linha, o Líbano perderá parte do seu território em 3 lugares", contou à Sputnik Árabe o aposentado general de brigada libanês, Amin Hteyt.


A fronteira entre Israel e o Líbano
Fronteira entre Israel e Líbano © REUTERS/ Ali Hashisho

Por isso, de acordo com ele o presidente libanês se manifesta contra a construção da parede. Segundo ele, o Líbano possui 2 variantes para não permitir a construção da parede. Primeira opção é pedir à ONU para que interrompa a construção e a segunda – um confronto militar.

"Quando a defesa vira o princípio estratégico, surge a questão de escolha de um concreto instrumento de defesa. A construção das paredes ou a utilização de uma paisagem natural para isso é um meio popular e difundido. Israel escolheu para si a construção do muro na fronteira com o Líbano. Vemos a alteração da estratégia militar de Israel: de uma ofensiva exclusiva para uma linha mais complexa de ataque e autodefesa", afirmou Michel Aoun.

De acordo com ele, o Líbano não desaprovará a construção da parede em áreas onde a "linha azul" coincide com as fronteiras territoriais e não passa através dos territórios em disputa.


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