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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Líbano não exclui opção militar devido à construção da parede na fronteira por Israel

O presidente do Líbano, Michel Aoun, declarou que Israel começou a construir uma barragem de concreto na assim chamada "linha azul". A linha era reconhecida pela ONU como a fronteira entre o Líbano e Israel, mas o Líbano exige o seu deslocamento. Assim, de acordo com Aoun a linha fixará a "ocupação" do território libanês.


Sputnik

"Michel Aoun se manifesta a favor do respeito do direito internacional de um lado e dos direitos dos libaneses de outro lado. A 'linha azul' não é a fronteira entre os países, porque passa parcialmente através do território libanês. Se construir a parede na linha, o Líbano perderá parte do seu território em 3 lugares", contou à Sputnik Árabe o aposentado general de brigada libanês, Amin Hteyt.


A fronteira entre Israel e o Líbano
Fronteira entre Israel e Líbano © REUTERS/ Ali Hashisho

Por isso, de acordo com ele o presidente libanês se manifesta contra a construção da parede. Segundo ele, o Líbano possui 2 variantes para não permitir a construção da parede. Primeira opção é pedir à ONU para que interrompa a construção e a segunda – um confronto militar.

"Quando a defesa vira o princípio estratégico, surge a questão de escolha de um concreto instrumento de defesa. A construção das paredes ou a utilização de uma paisagem natural para isso é um meio popular e difundido. Israel escolheu para si a construção do muro na fronteira com o Líbano. Vemos a alteração da estratégia militar de Israel: de uma ofensiva exclusiva para uma linha mais complexa de ataque e autodefesa", afirmou Michel Aoun.

De acordo com ele, o Líbano não desaprovará a construção da parede em áreas onde a "linha azul" coincide com as fronteiras territoriais e não passa através dos territórios em disputa.


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