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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Macron pede a Netanyahu que Israel cesse a construção de assentamentos na Palestina

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse neste domingo (10) ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que o congelamento da construção de assentamentos israelenses na Palestina e medidas de confiança em relação à autoridade palestina são atos importantes "para começar" o diálogo.


Sputnik

Os líderes almoçaram juntos e participaram de entrevista coletiva no Palácio do Eliseu. Netanyahu está em Paris um dia antes dos chanceleres da União Europeia reunirem-se para uma resposta conjunta à decisão de Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel. 


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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu e o presidente francês, Emmanuel Macron | Reprodução

Macron condenou atos de terrorismo contra Israel, mas também disse ser contrário ao passo de Trump, que classificou de uma "ameaça perigosa para a paz".

"Parece-me que o congelamento da construção de assentamentos e medidas de confiança em relação à autoridade palestina são atos importantes para começar, o que discutimos com o primeiro-ministro Netanyahu", afirmou o líder francês.

Macron afirmou acreditar em uma solução de dois Estados para alcançar a paz na região.

Os países da Europa, assim como a maior parte do mundo, fizeram duras críticas à decisão de Trump — que reverteu uma posição de décadas dos Estados Unidos. Israel considera que toda Jerusalém é sua capital, enquanto os palestinos querem que a parte oriental da cidade seja a capital de um futuro estado independente.

A maioria dos países manteve a posição de que as decisões sobre o status de Jerusalém devem ser deixadas para futuras negociações de paz. A administração Trump argumenta que qualquer acordo de paz futuro provavelmente colocará a capital de Israel em Jerusalém e velhas políticas precisam ser abandonadas para reviver o processo de paz moribundo.

Netanyahu respondeu a Macron dizendo que os palestinos precisam reconhecer a "realidade" de que Jerusalém é a capital de Israel e que isso ajudará o processo de paz.

"O mais importante para a paz é antes de tudo reconhecer que o outro lado tem o direito de existir", disse ele. "Uma das manifestações dessa recusa é a mera negativa de sentar-se com Israel", disse o premiê israelense.

"Aqui está o gesto que ofereço… ao Sr. Abbas: sentar-se e negociar a paz. Isso é um gesto para a paz. Nada pode ser mais simples", disse ele, referindo-se ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

Macron disse que não esperava nenhum avanço no curto prazo, mas afirmou ser importante esperar uma proposta de conciliação vinda dos Estados Unidos no início do próximo ano antes de descartar Washington como mediador do conflito.

Turquia e Irã

Quando perguntado sobre o descontentamento em toda a região com a decisão de Trump, incluindo críticas severas do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, Netanyahu disse que não receberia aulas de moral do líder turco. Ele disse que muitas nações árabes estavam cada vez mais alinhadas com Israel para enfrentar a ameaça regional do Irã.

"Muitos países árabes reconhecem que Israel não é seu inimigo, mas seu indispensável aliado", falou Netanyahu.

Netanyahu disse que procura laços mais estreitos com os países árabes para isolar extremistas e o Irã.

"O que o Irã está tentando fazer é se afundar militarmente com as forças terrestres, aéreas e navais na Síria com o propósito expresso de lutar e destruir Israel. Não vamos tolerar isso e nós apoiamos nossas palavras com ações", disse ele.


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