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Netanyahu: Irã está criando exército contra Israel

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, acusou Israel de violar o direito internacional e avisou Tel Aviv sobre as consequências caso o país continue seguindo a mesma linha anti-Irã. Em resposta, o primeiro-ministro israelense respondeu que a Guarda Revolucionária Iraniana pretende destruir o seu país.
Sputnik

Falando durante a sessão do Estado-Maior General das Forças de Defesa Israelenses (IDF, sigla em inglês), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou as recentes declarações de Teerã em relação a Tel Aviv.


"Hoje ouvi o que disse o chanceler iraniano, acusando Israel de violar direito internacional. Trata-se do ministro do Exterior de um país que envia drones militares contra Israel e mísseis contra a Arábia Saudita. Também ouvi palavras moderadas, e há um abismo enorme entre as palavras e as ações da Guarda Revolucionária [Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica] que está construindo um exército contra Israel com o objetivo declarado…

Mais de 10.000 pessoas protestam na Jordânia contra decisão de Trump

Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram nesta sexta-feira em toda Jordânia em protesto pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir sua embaixada para essa cidade, informaram à Agência Efe ativistas jordanianos.


EFE

Mais de 10.000 cidadãos participaram da manifestação em frente à Grande Mesquita de Hosseini, no centro de Amã, na qual gritaram palavras de ordem e levantaram cartazes nas quais consideravam os EUA como "parte da agressão sionista na Palestina", segundo constatou a Efe.


EFE/EPA/Mast Irham
EFE/EPA/Mast Irham

"Chega de bases americanas em solo jordaniano", afirmava um dos cartazes.

Além disso, centenas de jordanianos também continuaram se manifestando em frente à embaixada dos Estados Unidos em Amã, que devido aos protestos suspendeu seu serviço até novo aviso.

Os manifestantes também pediram a abolição do tratado de paz de 1994 com Israel e o acordo no valor de US$ 10 bilhões para importar gás de Israel.

A Jordânia assinou um tratado de paz com Israel em 1994 pelo qual é o país guardião dos lugares santos muçulmanos e cristãos de Jerusalém Oriental, território que estava sob soberania jordaniana quando Israel o ocupou na Guerra dos Seis Dias de 1967.

Os líderes religiosos jordanianos reivindicaram na oração de sexta-feira - dia sagrado para os muçulmanos - a necessidade de escorar as capacidades militares, econômicas e políticas das nações árabes e islâmicas como a "única forma de libertar Jerusalém" da entidade sionista" respaldada pelos Estados Unidos.

Outras manifestações também aconteceram em vários campos de refugiados palestinos e em outras cidades jordanianas como Karak, Zarqa, Irbid e Salt, segundo informaram os ativistas.


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