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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Mais de 10.000 pessoas protestam na Jordânia contra decisão de Trump

Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram nesta sexta-feira em toda Jordânia em protesto pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir sua embaixada para essa cidade, informaram à Agência Efe ativistas jordanianos.


EFE

Mais de 10.000 cidadãos participaram da manifestação em frente à Grande Mesquita de Hosseini, no centro de Amã, na qual gritaram palavras de ordem e levantaram cartazes nas quais consideravam os EUA como "parte da agressão sionista na Palestina", segundo constatou a Efe.


EFE/EPA/Mast Irham
EFE/EPA/Mast Irham

"Chega de bases americanas em solo jordaniano", afirmava um dos cartazes.

Além disso, centenas de jordanianos também continuaram se manifestando em frente à embaixada dos Estados Unidos em Amã, que devido aos protestos suspendeu seu serviço até novo aviso.

Os manifestantes também pediram a abolição do tratado de paz de 1994 com Israel e o acordo no valor de US$ 10 bilhões para importar gás de Israel.

A Jordânia assinou um tratado de paz com Israel em 1994 pelo qual é o país guardião dos lugares santos muçulmanos e cristãos de Jerusalém Oriental, território que estava sob soberania jordaniana quando Israel o ocupou na Guerra dos Seis Dias de 1967.

Os líderes religiosos jordanianos reivindicaram na oração de sexta-feira - dia sagrado para os muçulmanos - a necessidade de escorar as capacidades militares, econômicas e políticas das nações árabes e islâmicas como a "única forma de libertar Jerusalém" da entidade sionista" respaldada pelos Estados Unidos.

Outras manifestações também aconteceram em vários campos de refugiados palestinos e em outras cidades jordanianas como Karak, Zarqa, Irbid e Salt, segundo informaram os ativistas.


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