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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Mais de 10.000 pessoas protestam na Jordânia contra decisão de Trump

Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram nesta sexta-feira em toda Jordânia em protesto pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir sua embaixada para essa cidade, informaram à Agência Efe ativistas jordanianos.


EFE

Mais de 10.000 cidadãos participaram da manifestação em frente à Grande Mesquita de Hosseini, no centro de Amã, na qual gritaram palavras de ordem e levantaram cartazes nas quais consideravam os EUA como "parte da agressão sionista na Palestina", segundo constatou a Efe.


EFE/EPA/Mast Irham
EFE/EPA/Mast Irham

"Chega de bases americanas em solo jordaniano", afirmava um dos cartazes.

Além disso, centenas de jordanianos também continuaram se manifestando em frente à embaixada dos Estados Unidos em Amã, que devido aos protestos suspendeu seu serviço até novo aviso.

Os manifestantes também pediram a abolição do tratado de paz de 1994 com Israel e o acordo no valor de US$ 10 bilhões para importar gás de Israel.

A Jordânia assinou um tratado de paz com Israel em 1994 pelo qual é o país guardião dos lugares santos muçulmanos e cristãos de Jerusalém Oriental, território que estava sob soberania jordaniana quando Israel o ocupou na Guerra dos Seis Dias de 1967.

Os líderes religiosos jordanianos reivindicaram na oração de sexta-feira - dia sagrado para os muçulmanos - a necessidade de escorar as capacidades militares, econômicas e políticas das nações árabes e islâmicas como a "única forma de libertar Jerusalém" da entidade sionista" respaldada pelos Estados Unidos.

Outras manifestações também aconteceram em vários campos de refugiados palestinos e em outras cidades jordanianas como Karak, Zarqa, Irbid e Salt, segundo informaram os ativistas.


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