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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Mais de 10.000 pessoas protestam na Jordânia contra decisão de Trump

Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram nesta sexta-feira em toda Jordânia em protesto pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir sua embaixada para essa cidade, informaram à Agência Efe ativistas jordanianos.


EFE

Mais de 10.000 cidadãos participaram da manifestação em frente à Grande Mesquita de Hosseini, no centro de Amã, na qual gritaram palavras de ordem e levantaram cartazes nas quais consideravam os EUA como "parte da agressão sionista na Palestina", segundo constatou a Efe.


EFE/EPA/Mast Irham
EFE/EPA/Mast Irham

"Chega de bases americanas em solo jordaniano", afirmava um dos cartazes.

Além disso, centenas de jordanianos também continuaram se manifestando em frente à embaixada dos Estados Unidos em Amã, que devido aos protestos suspendeu seu serviço até novo aviso.

Os manifestantes também pediram a abolição do tratado de paz de 1994 com Israel e o acordo no valor de US$ 10 bilhões para importar gás de Israel.

A Jordânia assinou um tratado de paz com Israel em 1994 pelo qual é o país guardião dos lugares santos muçulmanos e cristãos de Jerusalém Oriental, território que estava sob soberania jordaniana quando Israel o ocupou na Guerra dos Seis Dias de 1967.

Os líderes religiosos jordanianos reivindicaram na oração de sexta-feira - dia sagrado para os muçulmanos - a necessidade de escorar as capacidades militares, econômicas e políticas das nações árabes e islâmicas como a "única forma de libertar Jerusalém" da entidade sionista" respaldada pelos Estados Unidos.

Outras manifestações também aconteceram em vários campos de refugiados palestinos e em outras cidades jordanianas como Karak, Zarqa, Irbid e Salt, segundo informaram os ativistas.


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