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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
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Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Mais de mil localidades aderiram ao cessar-fogo na Síria durante o último ano

Segundo o Centro Russo de Conciliação na Síria, 140 acordos de trégua foram assinados com diversos grupos armados ilegais, e mais de mil localidades no país aderiram ao regime de cessar-fogo.


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"Desde o início do ano, mais de mil acordos de adesão de localidades ao regime de cessar-fogo foram assinados. Além disso, 140 declarações de trégua foram celebradas com os líderes de grupamentos armados ilegais", informou um comunicado do centro russo neste sábado.


Um combatente das Forças Democráticas da Síria (FDS) perto do rio Eufrates, ao norte de Raqqa (foto de arquivo)
Combatente das Forças Democráticas da Síria no rio Eufrates © REUTERS/ Rodi Said

O documento também destaca que o número de comboios humanitários da ONU que ajudaram as zonas desmilitarizadas na Síria aumentou 50% no quarto trimestre de 2017.

A Síria vive um conflito armado desde março de 2011, no qual as tropas governamentais são confrontadas por grupos armados de oposição e organizações terroristas.

De acordo com dados de altos funcionários da ONU, cerca de 400 mil pessoas perderam a vida no conflito.


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