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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Mais de mil localidades aderiram ao cessar-fogo na Síria durante o último ano

Segundo o Centro Russo de Conciliação na Síria, 140 acordos de trégua foram assinados com diversos grupos armados ilegais, e mais de mil localidades no país aderiram ao regime de cessar-fogo.


Sputnik

"Desde o início do ano, mais de mil acordos de adesão de localidades ao regime de cessar-fogo foram assinados. Além disso, 140 declarações de trégua foram celebradas com os líderes de grupamentos armados ilegais", informou um comunicado do centro russo neste sábado.


Um combatente das Forças Democráticas da Síria (FDS) perto do rio Eufrates, ao norte de Raqqa (foto de arquivo)
Combatente das Forças Democráticas da Síria no rio Eufrates © REUTERS/ Rodi Said

O documento também destaca que o número de comboios humanitários da ONU que ajudaram as zonas desmilitarizadas na Síria aumentou 50% no quarto trimestre de 2017.

A Síria vive um conflito armado desde março de 2011, no qual as tropas governamentais são confrontadas por grupos armados de oposição e organizações terroristas.

De acordo com dados de altos funcionários da ONU, cerca de 400 mil pessoas perderam a vida no conflito.


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