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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Mais de mil localidades aderiram ao cessar-fogo na Síria durante o último ano

Segundo o Centro Russo de Conciliação na Síria, 140 acordos de trégua foram assinados com diversos grupos armados ilegais, e mais de mil localidades no país aderiram ao regime de cessar-fogo.


Sputnik

"Desde o início do ano, mais de mil acordos de adesão de localidades ao regime de cessar-fogo foram assinados. Além disso, 140 declarações de trégua foram celebradas com os líderes de grupamentos armados ilegais", informou um comunicado do centro russo neste sábado.


Um combatente das Forças Democráticas da Síria (FDS) perto do rio Eufrates, ao norte de Raqqa (foto de arquivo)
Combatente das Forças Democráticas da Síria no rio Eufrates © REUTERS/ Rodi Said

O documento também destaca que o número de comboios humanitários da ONU que ajudaram as zonas desmilitarizadas na Síria aumentou 50% no quarto trimestre de 2017.

A Síria vive um conflito armado desde março de 2011, no qual as tropas governamentais são confrontadas por grupos armados de oposição e organizações terroristas.

De acordo com dados de altos funcionários da ONU, cerca de 400 mil pessoas perderam a vida no conflito.


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