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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Mais um petroleiro retido rumo à Coreia do Norte

Coreia do Sul retém navio suspeito de transferir produtos petrolíferos para o regime comunista, o que seria uma violação das sanções internacionais. É a segunda apreensão anunciada em poucos dias.


Deutsch Welle


A Coreia do Sul deteve um navio de bandeira do Panamá suspeito de transferir produtos petrolíferos para a Coreia do Norte, o que seria uma violação das sanções internacionais ao regime comunista, segundo informaram autoridades locais neste domingo (31/12).


O Lighthouse Winmore, detido em novembro pelas autoridades sul-coreanas
O "Lighthouse Winmore", detido em novembro pelas autoridades sul-coreanas

A apreensão teria acontecido na semana passada e é a segunda em poucos dias a ser anunciada por Seul, no momento em que a ONU amplia os esforços para reduzir a oferta de petróleo para a Coreia do Norte, uma retaliação ao progresso de seu programa nuclear e de mísseis.

O navio foi retido no porto de Pyeongtaek-Dangjin, na costa oeste, ao sul de Incheon. Ele pode levar 5.100 toneladas de petróleo e tem tripulação principalmente da China e de Myanmar.

Na sexta-feira, a Coreia do Sul anunciou o confisco de um navio chinês que transferiu petróleo a uma embarcação norte-coreana nas águas do Mar da China Oriental, uma troca que também viola as resoluções da ONU sobre Pyongyang.

As autoridades alfandegárias sul-coreanas detiveram a embarcação Lighthouse Winmore, que viajava com a bandeira de Hong Kong, em 24 de novembro, quando atracou no porto de Yeosu, depois de transferir 600 toneladas de petróleo refinado a um navio da Coreia do Norte em 19 de outubro.

O navio chinês foi contratado pela empresa taiuanesa Billions Bunker e tinha visitado previamente tal porto no dia 11 de outubro para carregar petróleo refinado japonês e se dirigir supostamente a Taiwan quatro dias depois. Em vez de ir a Taiwan, o navio transferiu o petróleo a um barco norte-coreano, o Sam Jong 2, e três navios de outros países em águas internacionais do Mar da China Oriental.

"Muito desapontado que a China esteja permitindo que petróleo vá para a Coreia do Norte. Nunca vai haver uma solução amigável para o problema da Coreia do Norte se isso continuar a acontecer", escreveu o presidente americano, Donald Trump, no Twitter na ocasião.

O governo Trump vem liderando uma iniciativa para intensificar sanções globais contra Pyongyang, que vem avançando para desenvolver mísseis com ogivas nucleares capazes de atingir os EUA.

Segundo as autoridades, a Coreia do Sul compartilhou informações de inteligência com os Estados Unidos para detectar a transação ilegal, e o barco chinês ficará confiscado por seis meses.

A ONU endureceu na semana passada suas sanções contra o regime de Pyongyang, limitando ainda mais seu acesso a produtos petroleiros, vetando suas exportações em vários setores e forçando o retorno ao país de cidadãos que trabalham fora.

A China, principal parceiro comercial da Coreia do Norte, nega ter feito qualquer venda de petróleo ao regime de Pyongyang que viole as sanções das Nações Unidas e afirmou que está investigando a suposta transação ilegal.


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