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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Manobras dos EUA e Coreia do Sul comprovam término do 'período de silêncio'?

As Forças Aéreas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira (4) os maiores exercícios conjuntos da história. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista Vladimir Terekhov frisou que a política dos EUA em relação à Coreia do Norte não contribui para resolução da crise.


Sputnik

As Forças Aéreas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira (4) os exercícios conjuntos em meio à crise coreana. De acordo com a agência sul-coreana Yonhap, os exercícios conjuntos Vigilant ACE 2017 serão os maiores da história. As manobras contarão com aproximadamente 230 aviões, incluindo seis caças furtivos norte-americanos F-22.


As manobras militares conjutas dos EUA e a Coreia do Sul (foto de arquivo)
Exercício militar conjunto entre Coreia do Sul e EUA © REUTERS/ Lance Cpl. Carlos Jimenez

De acordo com o Ministério da Defesa da Coreia do Sul, as manobras visam demonstrar a vontade e capacidade de Seul e Washington de reagir às "provocações da Coreia do Norte".

Os dois países anunciaram que as manobras, que serão concluídas no dia 8 de dezembro, envolverão caças norte-americanos F-22 e F-35A. Durante os exercícios, os militares treinarão como eliminar lançadores móveis de mísseis e artilharia da Coreia do Norte, bem como desembarcar em território do inimigo.

Anteriormente, a Rússia e a China propuseram que Coreia do Norte declarasse moratória dos testes nucleares e lançamentos de mísseis, e que EUA e a Coreia do Sul interrompessem suas manobras na região para estabilizar a situação na península coreana, contudo, Washington ignorou a iniciativa, recordou em entrevista ao serviço da Rádio Sputnik o especialista em assuntos do Círculo do Pacífico, Vladimir Terekhov.

"Ao realizar manobras, os EUA e a Coreia do Sul não aceitaram a proposta de duplo congelamento. Estados Unidos argumentam ser inaceitável por razões formais: norte-americanos permanecem na Coreia do Sul em conformidade com acordo bilateral, o Conselho de Segurança da ONU não tomou quaisquer decisões quanto à permanência das tropas, já a Coreia do Norte se encontra sancionada pelo Conselho de Segurança, ou seja, trata-se de violação das normas. EUA se posicionam contra a iniciativa sino-russa. Posicionamento norte-americano é, ao mesmo tempo, formal e desorganizado, pois o próprio programa nuclear e de mísseis de Pyongyang consideram manobras [dos EUA e Coreia do Sul] como ameaças à sua segurança. Além disso, a política geral dos EUA em relação à Coreia do Norte não contribui para resolução da crise. Para Pyongyang, seu desenvolvimento nuclear e de mísseis é um elemento crucial para garantir sua segurança. Infelizmente, o período de silêncio acabou, sendo difícil prever o futuro", assinalou Vladimir Terekhov.


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