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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Manobras dos EUA e Coreia do Sul comprovam término do 'período de silêncio'?

As Forças Aéreas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira (4) os maiores exercícios conjuntos da história. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista Vladimir Terekhov frisou que a política dos EUA em relação à Coreia do Norte não contribui para resolução da crise.


Sputnik

As Forças Aéreas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira (4) os exercícios conjuntos em meio à crise coreana. De acordo com a agência sul-coreana Yonhap, os exercícios conjuntos Vigilant ACE 2017 serão os maiores da história. As manobras contarão com aproximadamente 230 aviões, incluindo seis caças furtivos norte-americanos F-22.


As manobras militares conjutas dos EUA e a Coreia do Sul (foto de arquivo)
Exercício militar conjunto entre Coreia do Sul e EUA © REUTERS/ Lance Cpl. Carlos Jimenez

De acordo com o Ministério da Defesa da Coreia do Sul, as manobras visam demonstrar a vontade e capacidade de Seul e Washington de reagir às "provocações da Coreia do Norte".

Os dois países anunciaram que as manobras, que serão concluídas no dia 8 de dezembro, envolverão caças norte-americanos F-22 e F-35A. Durante os exercícios, os militares treinarão como eliminar lançadores móveis de mísseis e artilharia da Coreia do Norte, bem como desembarcar em território do inimigo.

Anteriormente, a Rússia e a China propuseram que Coreia do Norte declarasse moratória dos testes nucleares e lançamentos de mísseis, e que EUA e a Coreia do Sul interrompessem suas manobras na região para estabilizar a situação na península coreana, contudo, Washington ignorou a iniciativa, recordou em entrevista ao serviço da Rádio Sputnik o especialista em assuntos do Círculo do Pacífico, Vladimir Terekhov.

"Ao realizar manobras, os EUA e a Coreia do Sul não aceitaram a proposta de duplo congelamento. Estados Unidos argumentam ser inaceitável por razões formais: norte-americanos permanecem na Coreia do Sul em conformidade com acordo bilateral, o Conselho de Segurança da ONU não tomou quaisquer decisões quanto à permanência das tropas, já a Coreia do Norte se encontra sancionada pelo Conselho de Segurança, ou seja, trata-se de violação das normas. EUA se posicionam contra a iniciativa sino-russa. Posicionamento norte-americano é, ao mesmo tempo, formal e desorganizado, pois o próprio programa nuclear e de mísseis de Pyongyang consideram manobras [dos EUA e Coreia do Sul] como ameaças à sua segurança. Além disso, a política geral dos EUA em relação à Coreia do Norte não contribui para resolução da crise. Para Pyongyang, seu desenvolvimento nuclear e de mísseis é um elemento crucial para garantir sua segurança. Infelizmente, o período de silêncio acabou, sendo difícil prever o futuro", assinalou Vladimir Terekhov.


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