Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Novas sanções da ONU são 'ato de guerra', diz Coreia do Norte

Ministério de Relações Exteriores disse em comunicado que medida é um 'bloqueio econômico completo' contra o país. Resolução proíbe quase 90% das exportações de produtos de petróleo refinado para o país.


Por G1

As novas sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) contra a Coreia do Norte, no sábado (23), são um "ato de guerra e equivale a um bloqueio econômico completo contra o país", informou o Ministério das Relações Exteriores norte-coreano em um comunicado divulgado pela agência oficial de notícias KCNA neste domingo (24).

A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, durante votação do Conselho de Segurança para novas sanções contra a Coreia do Norte, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Amr Alfiky)
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, durante votação do Conselho de Segurança para novas sanções contra a Coreia do Norte, na sexta-feira (22) (Foto: Reuters/Amr Alfiky)

"Nós rejeitamos totalmente as últimas sanções da ONU como um ataque violento à soberania da nossa república e a um ato de guerra que destrói a paz e a estabilidade da península coreana e da região", afirmou a chancelaria da Coreia do Norte.

"Os Estados Unidos, completamente aterrorizados com os esforços para completar a força nuclear norte-coreana, estão cada vez mais frenéticos em impôr duras sanções e pressões sobre o nosso país", disse o Ministério.

O líder norte-coreano Kim Jong-Un proclamou em 29 de novembro que seu país se tornou um Estado nuclear operante depois de testar com sucesso um novo tipo de míssil que ele acredita poder atingir qualquer lugar nos Estados Unidos.

"Vamos continuar a consolidar a nossa defesa nuclear destinada a erradicar fundamentalmente as ameaças nucleares dos EUA, chantagem e movimentos hostis, estabelecendo o equilíbrio prático da força com os EUA", acrescentou o comunicado.

Novas sanções


O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas impôs unanimemente na sexta-feira (22) novas sanções sobre a Coreia do Norte após seu mais recente teste de míssil balístico intercontinental.

A resolução proíbe quase 90% de exportações de produtos de petróleo refinado para a Coreia do Norte ao limitá-las a 500 mil barris ao ano e, no que diplomatas disseram ter sido uma mudança de último minuto, exige a repatriação de norte-coreanos trabalhando no exterior dentro de 24 meses, ao invés dos 12 meses propostos inicialmente.

A resolução elaborada pelos Estados Unidos também irá limitar fornecimento de petróleo para a Coreia do Norte em 4 milhões de barris ao ano. Os EUA tem pedido para a China limitar seu fornecimento de petróleo para o país vizinho e aliado.

A resolução foi aprovada por 15 votos a 0, disse o embaixador do Japão na ONU. O Japão mantém a presidência do Conselho de Segurança neste mês.

Esta é a nona série de sanções particularmente duras da ONU contra Pyongyang. As últimas três foram adotadas em 2017, sob forte incentivo dos Estados Unidos, após os testes de mísseis e um teste nuclear realizados pela Coreia do Norte.

Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas