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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Oficial dos EUA fala de 'jogos' aéreos entre pilotos soviéticos e norte-americanos

O tenente-coronel retirado da Força Aérea dos EUA Robert Sihler falou das manobras dos caças interceptores norte-americanos nos anos 1970. Segundo o militar, os aviões realizavam acrobacias aéreas ao lado dos bombardeiros estratégicos soviéticos.


Sputnik

Sihler contou ao portal The Aviationist que, em meados dos anos 70, aeronaves dos EUA interceptaram várias vezes aviões soviéticos Tu-95. Os aviões norte-americanos F-4 Phantom costumavam fazê-lo nas sextas-feiras e domingos, quando os bombardeiros soviéticos realizavam voos de treinamento de Murmansk a Cuba. 


Bombardeiro estratégico TU-95
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 Bear © Sputnik/ O. Grachev

Anteriormente, o portal compartilhou fotos feitas por Sihler durante uma manobra aérea chamada “barril” – uma rotação de 360° no eixo longitudinal do avião sem mudar a direção do voo.

​"Considerávamos aqueles voos como entretenimento. Costumávamos fazer 'barris' a pedido dos tripulantes soviéticos. Eles davam-nos sinais para fazermos acrobacias e tiravam fotos", lembrou o tenente-coronel.

Sihler destacou que as manobras não representavam perigo algum. Além disso, então a Guerra Fria estava diminuindo e as relações entre os militares melhoraram.


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