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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Oficial dos EUA fala de 'jogos' aéreos entre pilotos soviéticos e norte-americanos

O tenente-coronel retirado da Força Aérea dos EUA Robert Sihler falou das manobras dos caças interceptores norte-americanos nos anos 1970. Segundo o militar, os aviões realizavam acrobacias aéreas ao lado dos bombardeiros estratégicos soviéticos.


Sputnik

Sihler contou ao portal The Aviationist que, em meados dos anos 70, aeronaves dos EUA interceptaram várias vezes aviões soviéticos Tu-95. Os aviões norte-americanos F-4 Phantom costumavam fazê-lo nas sextas-feiras e domingos, quando os bombardeiros soviéticos realizavam voos de treinamento de Murmansk a Cuba. 


Bombardeiro estratégico TU-95
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 Bear © Sputnik/ O. Grachev

Anteriormente, o portal compartilhou fotos feitas por Sihler durante uma manobra aérea chamada “barril” – uma rotação de 360° no eixo longitudinal do avião sem mudar a direção do voo.

​"Considerávamos aqueles voos como entretenimento. Costumávamos fazer 'barris' a pedido dos tripulantes soviéticos. Eles davam-nos sinais para fazermos acrobacias e tiravam fotos", lembrou o tenente-coronel.

Sihler destacou que as manobras não representavam perigo algum. Além disso, então a Guerra Fria estava diminuindo e as relações entre os militares melhoraram.


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