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Netanyahu: Irã está criando exército contra Israel

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, acusou Israel de violar o direito internacional e avisou Tel Aviv sobre as consequências caso o país continue seguindo a mesma linha anti-Irã. Em resposta, o primeiro-ministro israelense respondeu que a Guarda Revolucionária Iraniana pretende destruir o seu país.
Sputnik

Falando durante a sessão do Estado-Maior General das Forças de Defesa Israelenses (IDF, sigla em inglês), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou as recentes declarações de Teerã em relação a Tel Aviv.


"Hoje ouvi o que disse o chanceler iraniano, acusando Israel de violar direito internacional. Trata-se do ministro do Exterior de um país que envia drones militares contra Israel e mísseis contra a Arábia Saudita. Também ouvi palavras moderadas, e há um abismo enorme entre as palavras e as ações da Guarda Revolucionária [Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica] que está construindo um exército contra Israel com o objetivo declarado…

Oficial dos EUA fala de 'jogos' aéreos entre pilotos soviéticos e norte-americanos

O tenente-coronel retirado da Força Aérea dos EUA Robert Sihler falou das manobras dos caças interceptores norte-americanos nos anos 1970. Segundo o militar, os aviões realizavam acrobacias aéreas ao lado dos bombardeiros estratégicos soviéticos.


Sputnik

Sihler contou ao portal The Aviationist que, em meados dos anos 70, aeronaves dos EUA interceptaram várias vezes aviões soviéticos Tu-95. Os aviões norte-americanos F-4 Phantom costumavam fazê-lo nas sextas-feiras e domingos, quando os bombardeiros soviéticos realizavam voos de treinamento de Murmansk a Cuba. 


Bombardeiro estratégico TU-95
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 Bear © Sputnik/ O. Grachev

Anteriormente, o portal compartilhou fotos feitas por Sihler durante uma manobra aérea chamada “barril” – uma rotação de 360° no eixo longitudinal do avião sem mudar a direção do voo.

​"Considerávamos aqueles voos como entretenimento. Costumávamos fazer 'barris' a pedido dos tripulantes soviéticos. Eles davam-nos sinais para fazermos acrobacias e tiravam fotos", lembrou o tenente-coronel.

Sihler destacou que as manobras não representavam perigo algum. Além disso, então a Guerra Fria estava diminuindo e as relações entre os militares melhoraram.


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