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Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

Oficial dos EUA fala de 'jogos' aéreos entre pilotos soviéticos e norte-americanos

O tenente-coronel retirado da Força Aérea dos EUA Robert Sihler falou das manobras dos caças interceptores norte-americanos nos anos 1970. Segundo o militar, os aviões realizavam acrobacias aéreas ao lado dos bombardeiros estratégicos soviéticos.


Sputnik

Sihler contou ao portal The Aviationist que, em meados dos anos 70, aeronaves dos EUA interceptaram várias vezes aviões soviéticos Tu-95. Os aviões norte-americanos F-4 Phantom costumavam fazê-lo nas sextas-feiras e domingos, quando os bombardeiros soviéticos realizavam voos de treinamento de Murmansk a Cuba. 


Bombardeiro estratégico TU-95
Bombardeiro russo Tupolev Tu-95 Bear © Sputnik/ O. Grachev

Anteriormente, o portal compartilhou fotos feitas por Sihler durante uma manobra aérea chamada “barril” – uma rotação de 360° no eixo longitudinal do avião sem mudar a direção do voo.

​"Considerávamos aqueles voos como entretenimento. Costumávamos fazer 'barris' a pedido dos tripulantes soviéticos. Eles davam-nos sinais para fazermos acrobacias e tiravam fotos", lembrou o tenente-coronel.

Sihler destacou que as manobras não representavam perigo algum. Além disso, então a Guerra Fria estava diminuindo e as relações entre os militares melhoraram.


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