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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Opinião: Coreia do Norte já tem como responder ao bombardeiro dos EUA perto de fronteiras

Nesta quarta-feira (6), o bombardeiro estratégico norte-americano Lancer B-1B sobrevoou a península coreana no âmbito dos exercícios de combate aéreo. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar, Boris Rozhin opinou como Pyongyang pode responder a estas provocações.


Sputnik

Segundo informa a agência Yonhap, a missão da aeronave norte-americana faz parte das manobras conjuntas dos EUA e Coreia do Sul — Vigilant Ace 18.


Lançadores múltiplos de foguetes vistos quando estavam disparando durante um treinamento em lugar desconhecido da Coreia do Norte (foto de aqruivo)
Lançadores múltiplos de foguetes da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

O bombardeiro Lancer B-1B decolou da base Andersen da Força Aérea dos EUA, na ilha de Guam. Alvos táticos foram destruídos no polígono na província sul-coreana de Gangwon.

EUA e Coreia do Sul realizam nesta semana as manobras conjuntas sem precedentes que contam com participação de mais de 200 aviões bélicos. A conclusão das manobras está prevista para sexta-feira (8).

Os dois países em questão realizam treinamentos militares de grande escala devido ao aumento de tensões entre Washington e Pyongyang.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Boris Rozhin assinalou que Washington tenciona demonstrar a força.

"Já não é a primeira vez que os EUA realizam manobras envolvendo o bombardeiro Lancer B-1B. Além disso, durante elas, militares já treinaram para atacar alvos subterrâneos […] bem como instalações e postos de comando subterrâneos. Teoricamente, a Coreia do Norte pode possuí-los. É evidente que essas iniciativas visam demonstrar a força por parte dos EUA, tentando assustar os norte-coreanos, fazê-los desistir de seu programa nuclear e de mísseis. Contudo, a política de Pyongyang é responder com o lançamento de mísseis a quaisquer ameaças. Como a Coreia do Norte vai responder agora? Provavelmente, com declarações que em duas ou três semanas se sucederão com lançamento de outros mísseis ou testes nucleares subterrâneos. Já surgem sinais de prontidão para realizar tais testes", opinou Boris Rozhin.


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