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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

OTAN arrisca perder membro chave – a Turquia

A Aliança Atlântica incluindo os EUA menospreza os interesses vitais da segurança da Turquia, informa o Daily Sabah.


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Segundo aponta a edição, agindo de tal maneira a OTAN força a parte turca para considerar a necessidade de uma maior adesão neste bloco militar. 


Bandeira da Turquia
Bandeira da Turquia © AP Photo/ Emrah Gurel

As questões mais importantes da agenda das relações entre os EUA e a Turquia, continuam sendo o apoio de militantes curdos e unidades de proteção popular (YPG em inglês) pelos EUA, a recusa de extraditar Fethullah Gulen – "o líder do grupo terrorista do movimento Gulen", a falta de vontade de cooperar com os turcos no domínio da defesa, bem como o caso da suposta violação de sanções contra o Irã por Ancara.

A Turquia e os EUA atingiram o ponto crítico nas suas relações, em que a "parceria estratégica" perdeu o seu significado. O presidente norte-americano, Donald Trump, tentou melhorar as relações entre Washington e Ancara, mostrando prontidão para acabar com o fornecimento de armas para os militantes do grupo YPG, mas os oficias do Pentágono se recusaram a acabar com a cooperação com o grupo curdo.

Durante o ano passado, a administração de Trump não conseguiu resolver as divergências entre a Casa Branca, Pentágono e o Departamento de Estado.

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, anunciou a preocupação de Washington em relação à aproximação da Turquia com Rússia e Irã.

"Pedimos à Turquia, como membro da OTAN, que escolha como prioridade o lado dos aliados na aliança. O Irã e a Rússia não podem oferecer tais benefícios políticos e econômicos ao povo turco como a comunidade de países ocidentais pode fornecer", declarou Rex Tillerson.

Segundo a Daily Sabah, o secretário de Estado norte-americano continua ignorando o alto custo da política equivocada de Washington em relação à Turquia.

Entretanto, a Turquia já está considerando a recusa de armas nucleares norte-americanas e a sua retirada do território turco, devido à degradação das relações entre Ancara e Washington, segundo informou o Deutsche Wirtschafts Nachrichten. A mídia turca afirmou que esta medida beneficiará ambos os países.


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