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Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.


EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


Os líderes da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI). EFE/ Sedat Suna
Os líderes da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI). EFE/ Sedat Suna

A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI "rejeita e condena nos mais fortes termos" o que chama de "decisão unilateral" de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, à qual se refere como "força de ocupação".

Os países muçulmanos qualificam o anúncio de Washington de nulo e carente de legalidade e o considera um ataque aos direitos do povo palestino e uma "deliberada deterioração de todos os esforços de paz".

Além disso, o texto alerta que dará ímpeto aos movimentos extremistas e representa uma ameaça à paz e à segurança internacional.

Segundo um comunicado publicado pela OCI, a declaração final pedirá também aos membros da organização que imponham "restrições políticas e econômicas aos Estados, altos cargos, Parlamentos, empresas e indivíduos que reconheçam a anexação israelense de Jerusalém ou colaborem com as medidas que a colonização israelense tenta perpetuar em territórios palestinos ocupados".

O comunicado também considera o Governo americano "plenamente responsável por qualquer repercussão" da "decisão ilegal" de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, "que considera" uma clara deserção do Governo americano de seu papel como mediador de paz".

Além disso, a minuta da declaração pede a todos os membros da OCI que aumentem o apoio diplomático e sobretudo econômico à Palestina e a seus habitantes.


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