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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Países muçulmanos reconhecem Jerusalém como capital do Estado da Palestina

Os países da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) acordaram nesta quarta-feira reconhecer Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidaram as outras nações a fazer o mesmo, em resposta à decisão dos EUA de declarar Jerusalém como capital de Israel.


EFE

"Declaramos Jerusalém Oriental como capital do Estado da Palestina e convidamos todos os países a reconhecer o Estado da Palestina com Jerusalém Oriental como sua capital ocupada", indica a minuta da declaração preparada nesta quarta-feira em Istambul por esta organização, formada por 57 países de maioria muçulmana.


Os líderes da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI). EFE/ Sedat Suna
Os líderes da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI). EFE/ Sedat Suna

A OCI, formada por 57 países de maioria muçulmana, inclui desde sua fundação em 1969 a Palestina como membro pleno, com sua capital em Jerusalém.

O documento, apresentado pelos "reis, chefes de Estado e de Governo dos Estados membros da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI)", apresenta em 23 pontos a postura do mundo muçulmano perante a decisão dos EUA.

Nesse texto, a OCI "rejeita e condena nos mais fortes termos" o que chama de "decisão unilateral" de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, à qual se refere como "força de ocupação".

Os países muçulmanos qualificam o anúncio de Washington de nulo e carente de legalidade e o considera um ataque aos direitos do povo palestino e uma "deliberada deterioração de todos os esforços de paz".

Além disso, o texto alerta que dará ímpeto aos movimentos extremistas e representa uma ameaça à paz e à segurança internacional.

Segundo um comunicado publicado pela OCI, a declaração final pedirá também aos membros da organização que imponham "restrições políticas e econômicas aos Estados, altos cargos, Parlamentos, empresas e indivíduos que reconheçam a anexação israelense de Jerusalém ou colaborem com as medidas que a colonização israelense tenta perpetuar em territórios palestinos ocupados".

O comunicado também considera o Governo americano "plenamente responsável por qualquer repercussão" da "decisão ilegal" de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, "que considera" uma clara deserção do Governo americano de seu papel como mediador de paz".

Além disso, a minuta da declaração pede a todos os membros da OCI que aumentem o apoio diplomático e sobretudo econômico à Palestina e a seus habitantes.


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