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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Palestinos fazem greve após Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel

Os palestinos em Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental, estão monitorando, nesta quinta-feira, a greve geral convocada em rejeição à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, enquanto o Exército e polícia israelenses estão em alerta.


EFE

As facções islâmicas e laicas palestinas em Gaza convocaram ontem a greve geral e manifestações ao meio-dia para protestar contra o anúncio do presidente Trump, onde reconhece Jerusalém como a capital de Israel, segundo informaram em comunicado conjunto.


Estabelecimentos comerciais todos fechados por conta da greve em Nablus. EFE/ Abed Al Hashlamoun
Estabelecimentos comerciais todos fechados por conta da greve em Nablus. EFE/ Abed Al Hashlamoun

O ministro da Educação da Palestina, Sabri Saidam, respondeu à convocação decretando hoje o fechamento das escolas, e pediu para que professores e estudantes participassem das manifestações previstas na Cisjordânia, Faixa de Gaza e zonas palestinas de Jerusalém.

Ontem, durante discurso em Washington, Trump disse ter decidido reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir a embaixada de seu país para aquela cidade.

Árabes e muçulmanos de Israel, territórios palestinos e outros países do Oriente Médio qualificaram a decisão de "incendiária".


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