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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Para analista, avaliações dos EUA quanto às armas russas são objetivas

Os EUA avaliaram como a Rússia está se preparando para guerras do futuro. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar, Boris Rozhin, comentou o estudo dos analistas norte-americanos.


Sputnik

O moderno exército russo aposta em técnicas táticas e tecnologias de ponta em vez de aumentar o número de soldados. Neste sentido, as Forças Armadas russas parecem com as dos EUA e da Alemanha, lê-se no estudo do centro analítico norte-americano Rand. As principais conclusões dos especialistas foram publicadas pela edição National Interest.


Militar durante o festival Exército da Rússia em Moscou (foto de arquivo)
Militar russo © Sputnik/ Ramil Sitdikov

Os especialistas notam que não há motivos para acreditar que a Rússia quer um conflito militar de grande escala, por isso, em seu estudo, os investigadores partiram do princípio que o objetivo principal do exército russo é a proteção de seu país, de grandes cidades e de centros industriais.

As reformas dos últimos anos, indicada na pesquisa, permitiram manter um alto poder de combate da maior parte das tropas terrestres do exército russo, reduzindo o número de efetivos.

Em caso de um conflito armado, as tropas russas vão tentar evitar uma batalha decisiva com forças equivalentes do inimigo, usando todo um leque de mísseis de longo alcance de base terrestre, aérea e marítima.

Nos combates terrestres, o exército russo usará lançadores múltiplos de foguetes que poderão efetuar ataques inesperados. Mas o trunfo de Moscou continuará sendo o seu arsenal nuclear, que a Rússia poderá ativar, ou ameaçar fazê-lo, em resposta a um ataque.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar, Boris Rozhin, nomeou tais avaliações de objetivas.

"Lá, [nos EUA] há uma brecha: a propaganda política contra a Rússia exige descrevê-la como uma nação agressiva; contudo, quando analistas elaboram relatórios sobre as capacidades reais do exército russo, eles recebem os dados mais objetivos. As pesquisas apontam para o progresso da Rússia em questões de rearmamento e revelam suas capacidades reais, que não têm como objetivo realizar guerras agressivas contra a OTAN. É óbvio que a Rússia é inferior em número e em termos de recursos totais do que todos os integrantes da OTAN juntos. Mas a Rússia não visa se envolver em algum conflito armado, diferente da OTAN. A Rússia está cumprindo tarefas de defesa estratégica e de resposta adequada às ameaças militares, difundidos pelos EUA e pela OTAN em suas fronteiras ocidentais. Os países ocidentais compreendem isso. Eles reconhecem que o exército russo evoluiu drasticamente em comparação com as décadas de 90 e 2000, e suas avaliações são mais objetivas", assinalou Boris Rozhin.


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