Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Netanyahu: Irã está criando exército contra Israel

O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, acusou Israel de violar o direito internacional e avisou Tel Aviv sobre as consequências caso o país continue seguindo a mesma linha anti-Irã. Em resposta, o primeiro-ministro israelense respondeu que a Guarda Revolucionária Iraniana pretende destruir o seu país.
Sputnik

Falando durante a sessão do Estado-Maior General das Forças de Defesa Israelenses (IDF, sigla em inglês), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou as recentes declarações de Teerã em relação a Tel Aviv.


"Hoje ouvi o que disse o chanceler iraniano, acusando Israel de violar direito internacional. Trata-se do ministro do Exterior de um país que envia drones militares contra Israel e mísseis contra a Arábia Saudita. Também ouvi palavras moderadas, e há um abismo enorme entre as palavras e as ações da Guarda Revolucionária [Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica] que está construindo um exército contra Israel com o objetivo declarado…

Para analista, avaliações dos EUA quanto às armas russas são objetivas

Os EUA avaliaram como a Rússia está se preparando para guerras do futuro. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar, Boris Rozhin, comentou o estudo dos analistas norte-americanos.


Sputnik

O moderno exército russo aposta em técnicas táticas e tecnologias de ponta em vez de aumentar o número de soldados. Neste sentido, as Forças Armadas russas parecem com as dos EUA e da Alemanha, lê-se no estudo do centro analítico norte-americano Rand. As principais conclusões dos especialistas foram publicadas pela edição National Interest.


Militar durante o festival Exército da Rússia em Moscou (foto de arquivo)
Militar russo © Sputnik/ Ramil Sitdikov

Os especialistas notam que não há motivos para acreditar que a Rússia quer um conflito militar de grande escala, por isso, em seu estudo, os investigadores partiram do princípio que o objetivo principal do exército russo é a proteção de seu país, de grandes cidades e de centros industriais.

As reformas dos últimos anos, indicada na pesquisa, permitiram manter um alto poder de combate da maior parte das tropas terrestres do exército russo, reduzindo o número de efetivos.

Em caso de um conflito armado, as tropas russas vão tentar evitar uma batalha decisiva com forças equivalentes do inimigo, usando todo um leque de mísseis de longo alcance de base terrestre, aérea e marítima.

Nos combates terrestres, o exército russo usará lançadores múltiplos de foguetes que poderão efetuar ataques inesperados. Mas o trunfo de Moscou continuará sendo o seu arsenal nuclear, que a Rússia poderá ativar, ou ameaçar fazê-lo, em resposta a um ataque.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o especialista militar, Boris Rozhin, nomeou tais avaliações de objetivas.

"Lá, [nos EUA] há uma brecha: a propaganda política contra a Rússia exige descrevê-la como uma nação agressiva; contudo, quando analistas elaboram relatórios sobre as capacidades reais do exército russo, eles recebem os dados mais objetivos. As pesquisas apontam para o progresso da Rússia em questões de rearmamento e revelam suas capacidades reais, que não têm como objetivo realizar guerras agressivas contra a OTAN. É óbvio que a Rússia é inferior em número e em termos de recursos totais do que todos os integrantes da OTAN juntos. Mas a Rússia não visa se envolver em algum conflito armado, diferente da OTAN. A Rússia está cumprindo tarefas de defesa estratégica e de resposta adequada às ameaças militares, difundidos pelos EUA e pela OTAN em suas fronteiras ocidentais. Os países ocidentais compreendem isso. Eles reconhecem que o exército russo evoluiu drasticamente em comparação com as décadas de 90 e 2000, e suas avaliações são mais objetivas", assinalou Boris Rozhin.


Postar um comentário