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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Parlamentar iraniano alerta sobre violência caso EUA transfiram embaixada para Jerusalém

A transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém desencadeará a violência, alertou o presidente do parlamento iraniano, Ali Lariyani.


Sputnik

"As pessoas, os palestinos, não ficarão calados, haverá uma rebelião, uma guerra", afirmou Lariyani ao qualificar de "aventureira" a decisão do presidente norte-americano.


Protestos na Palestina contra decisão de Trump sobre Jerusalém
Protestos na Palestina contra a decisão de Donald Trump sobre Jerusalém © Sputnik/ Issam Al-Rimawi

O líder parlamentar iraniano fez esta declaração em Islamabad, em um fórum que contou com a participação de legisladores do Afeganistão, China, Irã, Paquistão, Rússia e Turquia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump anunciou, no início de dezembro, a decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e colocar lá a embaixada norte-americana.

O Congresso dos EUA aprovou a transferência da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém em 1995, mas, desde então, a Casa Branca foi decretando o adiamento da aplicação desta lei, por se tratar de um tema extremamente sensível para o mundo árabe e os adeptos do Islã.

A decisão de Trump foi condenada pela maioria dos países muçulmanos e gerou críticas de outros Estados e instituições internacionais que consideram agora qualquer perspectiva de paz no Oriente Médio menos viável.


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