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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Parlamentar iraniano alerta sobre violência caso EUA transfiram embaixada para Jerusalém

A transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém desencadeará a violência, alertou o presidente do parlamento iraniano, Ali Lariyani.


Sputnik

"As pessoas, os palestinos, não ficarão calados, haverá uma rebelião, uma guerra", afirmou Lariyani ao qualificar de "aventureira" a decisão do presidente norte-americano.


Protestos na Palestina contra decisão de Trump sobre Jerusalém
Protestos na Palestina contra a decisão de Donald Trump sobre Jerusalém © Sputnik/ Issam Al-Rimawi

O líder parlamentar iraniano fez esta declaração em Islamabad, em um fórum que contou com a participação de legisladores do Afeganistão, China, Irã, Paquistão, Rússia e Turquia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump anunciou, no início de dezembro, a decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e colocar lá a embaixada norte-americana.

O Congresso dos EUA aprovou a transferência da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém em 1995, mas, desde então, a Casa Branca foi decretando o adiamento da aplicação desta lei, por se tratar de um tema extremamente sensível para o mundo árabe e os adeptos do Islã.

A decisão de Trump foi condenada pela maioria dos países muçulmanos e gerou críticas de outros Estados e instituições internacionais que consideram agora qualquer perspectiva de paz no Oriente Médio menos viável.


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