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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

Parlamentar iraniano alerta sobre violência caso EUA transfiram embaixada para Jerusalém

A transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém desencadeará a violência, alertou o presidente do parlamento iraniano, Ali Lariyani.


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"As pessoas, os palestinos, não ficarão calados, haverá uma rebelião, uma guerra", afirmou Lariyani ao qualificar de "aventureira" a decisão do presidente norte-americano.


Protestos na Palestina contra decisão de Trump sobre Jerusalém
Protestos na Palestina contra a decisão de Donald Trump sobre Jerusalém © Sputnik/ Issam Al-Rimawi

O líder parlamentar iraniano fez esta declaração em Islamabad, em um fórum que contou com a participação de legisladores do Afeganistão, China, Irã, Paquistão, Rússia e Turquia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump anunciou, no início de dezembro, a decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e colocar lá a embaixada norte-americana.

O Congresso dos EUA aprovou a transferência da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém em 1995, mas, desde então, a Casa Branca foi decretando o adiamento da aplicação desta lei, por se tratar de um tema extremamente sensível para o mundo árabe e os adeptos do Islã.

A decisão de Trump foi condenada pela maioria dos países muçulmanos e gerou críticas de outros Estados e instituições internacionais que consideram agora qualquer perspectiva de paz no Oriente Médio menos viável.


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