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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Pentágono nega derrota de Daesh para poder ficar na Síria

O Pentágono põe em dúvida a derrota do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) na Síria porque busca um pretexto para deixar as suas tropas lá, declarou o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.


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"As declarações do Pentágono de que o Daesh não foi derrotado na Síria são um pretexto artificial e um motivo para justificar a sua decisão de deixar de uma maneira legal as tropas norte-americanas na Síria", disse Konashenkov.



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Tropas dos EUA na Síria | Reprodução

Para além disso, o porta-voz confirmou que somente graças à operação antiterrorista russa iniciada em 30 de setembro de 2015 se conseguiu estabilizar a situação na Síria e derrotar os jihadistas.

Segundo Konashenkov, é necessário lembrar ao Pentágono que a expansão do califado e os ataques terroristas na Síria começaram com a intervenção tática e silenciosa do exército norte-americano.

Se os terroristas não foram derrotados em algum lugar, disse, foi na zona de responsabilidade dos EUA no território do Iraque.

O porta-voz sublinhou que os EUA devem respeitar a soberania síria e as normas do direito internacional.

Em 6 de dezembro, o presidente russo Vladimir Putin anunciou que o Daesh foi completamente derrotado na Síria, em ambas as margens do rio Eufrates.

Por sua vez, o Pentágono expressou o seu desacordo com a declaração de Putin, dizendo que permanecem núcleos terroristas na zona e que devem ser tomadas as medidas necessárias.

A Síria tem vivido desde março de 2011 um conflito armado em que as tropas governamentais enfrentaram os grupos armados da oposição e organizações terroristas.

Segundo os dados da ONU, as hostilidades levaram à morte de 400.000 pessoas.


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