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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Presidente iraniano: EUA nunca serão mediador honesto no Médio Oriente

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse que a decisão dos EUA sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense demonstra desrespeito para com os palestinos e prova que os EUA não podem ser um mediador honesto no processo de paz no Médio Oriente.


Sputnik

"A decisão recente da administração norte-americana deu para entender que os EUA estão tentando garantir os interesses dos sionistas e não têm nenhum respeito pelos direitos legítimos dos palestinos. Os EUA nunca foram e nunca serão um mediador honesto", escreveu Rouhani no seu Twitter.


Presidente iraniano, Hassan Rouhani, falando durante uma reunião com os ministros em Teerã, Irã, 11 de outubro de 2017
Presidente do Irã, Hassan Rouhani © AP Photo/ Sem credencial

Na semana passada, o presidente norte-americano, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como capital israelense e assinalou o documento para a transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv a Jerusalém. A decisão foi recebida positivamente por Israel e causou reação negativa por parte de muitos países, em especial dos países do Médio Oriente e Palestina.


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