Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

'Principal inimigo': líder supremo do Irã promete 'decepcionar os EUA em todas as arenas'

O supremo líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei, criticou o governo dos EUA, prometendo "decepcionar" o país, que ele qualificou de "inimigo principal" do Teerã, "em todas as arenas".


Sputnik

Segundo o aiatolá, as esperanças dos EUA que o Irã recue ou enfraqueça são "inúteis".


Líder supremo iraniano, Ali Khamenei, discursa em reunião em Teerã, Irã, outubro de 2017
Ali Khamenei, líder do Irã © AP Photo/ Sem credencial

O aiatolá acredita que a posição do atual presidente estadunidense em relação a Teerã não dará certo, porque "[o presidente dos EUA entre 1981 e 1989, Ronald] Reagan foi mais sábio e poderoso do que [o presidente atual Donald] Trump. Os norte-americanos tomaram medidas contra o Irã: eles derrubaram um dos nossos aviões de passageiros. Mas onde está Reagan, e quão poderosa é a República Islâmica agora?".

Deste modo, Khamenei comentou a tensão entre os dois países em 1988, quando um navio norte-americano abateu um avião comercial iraniano sobre o golfo Pérsico, matando 290 pessoas a bordo.

O aiatolá também acusou o governo dos Estados Unidos de apoiar o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) e falou sobre a decisão controversa de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel que provocou críticas na comunidade internacional.

Na opinião do líder supremo do Irã, a decisão em questão foi tomada "por desespero e debilidade", acrescentando que "suas mãos estão atadas e não podem alcançar seus objetivos" em relação à Palestina. 


A declaração foi feita após o parlamento iraniano ter votado a favor de anunciar Jerusalém como a "capital eterna da Palestina".

O voto "é uma resposta à recente decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel esperando dar um golpe nos muçulmanos", afirmou o presidente do parlamento do Irã, Ali Larijani, citado pela agência turca Anadolu.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas