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OTAN se prepara para maiores exercícios militares desde 2002

A OTAN está se preparando para realizar seus maiores exercícios militares desde 2002. Trata-se dos Trident Juncture 2018, dos quais participarão mais de 40.000 militares de 30 países membros e parceiros da OTAN.
Sputnik

A fase principal das manobras irá ser realizada entre os dias 25 de outubro e 7 de novembro, na Noruega e áreas vizinhas, com exercícios preliminares nas águas ao largo da costa da Islândia de 15 a 17 de outubro.

Defender-se contra 'qualquer ameaça em qualquer momento'

O objetivo dos exercícios é a dissuasão e defesa contra "qualquer ameaça, de qualquer lugar e em qualquer momento", explicou nesta semana o almirante da Marinha dos EUA a jornalistas em Bruxelas, James G. Foggo III, comandante dos exercícios.

O militar revelou que os Trident Juncture mostram que a OTAN está unida e pronta para se defender valendo-se da defesa coletiva. Neste sentido, o cenário dos exercícios inclui uma violação da soberania de um aliado da OTAN, neste caso da Noruega.

Ao mesm…

'Principal inimigo': líder supremo do Irã promete 'decepcionar os EUA em todas as arenas'

O supremo líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei, criticou o governo dos EUA, prometendo "decepcionar" o país, que ele qualificou de "inimigo principal" do Teerã, "em todas as arenas".


Sputnik

Segundo o aiatolá, as esperanças dos EUA que o Irã recue ou enfraqueça são "inúteis".


Líder supremo iraniano, Ali Khamenei, discursa em reunião em Teerã, Irã, outubro de 2017
Ali Khamenei, líder do Irã © AP Photo/ Sem credencial

O aiatolá acredita que a posição do atual presidente estadunidense em relação a Teerã não dará certo, porque "[o presidente dos EUA entre 1981 e 1989, Ronald] Reagan foi mais sábio e poderoso do que [o presidente atual Donald] Trump. Os norte-americanos tomaram medidas contra o Irã: eles derrubaram um dos nossos aviões de passageiros. Mas onde está Reagan, e quão poderosa é a República Islâmica agora?".

Deste modo, Khamenei comentou a tensão entre os dois países em 1988, quando um navio norte-americano abateu um avião comercial iraniano sobre o golfo Pérsico, matando 290 pessoas a bordo.

O aiatolá também acusou o governo dos Estados Unidos de apoiar o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) e falou sobre a decisão controversa de Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel que provocou críticas na comunidade internacional.

Na opinião do líder supremo do Irã, a decisão em questão foi tomada "por desespero e debilidade", acrescentando que "suas mãos estão atadas e não podem alcançar seus objetivos" em relação à Palestina. 


A declaração foi feita após o parlamento iraniano ter votado a favor de anunciar Jerusalém como a "capital eterna da Palestina".

O voto "é uma resposta à recente decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel esperando dar um golpe nos muçulmanos", afirmou o presidente do parlamento do Irã, Ali Larijani, citado pela agência turca Anadolu.

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