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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Publicado VÍDEO de uma fuga em porta-aviões britânico com menos de um mês de serviço

Anteriormente, um porta-voz da Marinha Real do Reino Unido declarou que no porta-aviões Queen Elizabeth, o maior e mais poderoso da história do país, foi encontrada uma falha menos de um mês depois de ter entrado em serviço.


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O canal do YouTube Weapons of the World publicou um vídeo do novo porta-aviões Queen Elizabeth, que mostra uma fuga que ocorreu no navio.


Os aviões ameicanos F/A-18E e F/A-18F Super Hornets sobrevoam o porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth durante as manobras Saxon Warrior no Atlântico, em 5 de agosot de 2017
F/A-18 Super Hornets da USAF sobrevoando o HMS Queen Elizabeth © REUTERS/ U.S. Navy/Capt. Jim McCall

O HMS Queen Elizabeth, o maior e mais poderoso porta-aviões da história do Reino Unido, experimentou uma falha menos de um mês depois de ter entrado em serviço. Entretanto, segundo o porta-voz da Marinha britânica, esse defeito "não o impede de voltar a navegar e não afetará seu programa de ensaios no mar".

O porta-aviões Queen Elizabeth, de 280 metros de comprimento e 75 de boca, tem 65 mil toneladas de deslocamento e pode alcançar uma velocidade máxima de 25 nós (46 km/h) sendo o maior navio de guerra alguma vez construído no Reino Unido. Seu design e construção foram aprovados em 1999 e seu custo total foi de cerca de 3,1 bilhões de libras esterlinas (US$ 4,2 bilhões ou R$ 13,6 bilhões).

O porta-aviões entrou em serviço em 7 de dezembro e espera-se que passe por várias provas durante os próximos anos.



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