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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Putin: Rússia continuará combatendo o terrorismo na Síria se for necessário

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta segunda-feira (25) que o país continuará sua luta contra o terrorismo, inclusive no território sírio, se for necessário.


Sputnik

"Não há necessidade de um uso tão generalizado das forças armadas russas na Síria, como era antes, embora tenhamos duas bases, e nós, é claro, continuaremos a combater o terrorismo, incluindo no território da Síria, se necessário, trabalhando de forma seletiva", disse Putin na reunião com os presidentes das câmaras da Assembleia Federal Russa.


Residentes de Latakia participam da manifestação para agradecer a Rússia pela ajuda na luta contra terroristas, Síria, novembro de 2015
Moradores de Latakia, na Síria, fazem manifestação em agradecimento à Rússia © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

O líder russo reiterou que, mesmo se as forças armadas russas continuassem com atividades antiterroristas na Síria, a escala de seu envolvimento seria muito menor que antes.

"Mas, repito, não como era antes, com um uso tão amplo de todos os componentes de nossas forças armadas. É por isso que a retirada ocorreu, já que não há mais necessidade de equipamentos e pessoal. Pelo menos não é necessário agora", acrescentou.

Em 11 de dezembro de 2017, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou o início da retirada das tropas russas da Síria. Moscou manterá a presença na base aérea de Hmeymim e no porto de Tartus.


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