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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Putin: Rússia contribuiu como ninguém na derrota dos terroristas na Síria

O presidente da Rússia afirmou que em dois anos mais de 48 mil militares russos participaram da operação síria.


Sputnik

"Em um pouco mais de dois anos, na operação síria participaram mais de 48 mil de nossos oficiais e soldados. Trata-se de representantes de praticamente todas as profissões militares: pilotos e marinheiros, oficiais das forças especiais e da polícia militar, sapadores, exploradores, soldados do serviço de telecomunicações, especialistas da assistência médica e da logística militar, oficiais de órgãos administrativos e conselheiros militares", assinalou Vladimir Putin durante encontro com oficiais que participaram da operação antiterrorista na Síria.


Presidente russo, Vladimir Putin, discursando para as tropas russas na base aérea de Hmeymim, Síria, 11 de dezembro de 2017
Presidente da Rússia Vladimir Putin falando para tropas russas na Síria © AP Photo/ Mikhail Klimentyev

O líder russo frisou também que ninguém contribui na derrota das forças terroristas na Síria como a Rússia.

"A Rússia, como já aconteceu muitas vezes na história, contribuiu como ninguém na derrota da força criminosa, que desafiou toda a civilização, bem como na eliminação do exército terrorista da ditadura bárbara, que espalhou morte e destruição, que fez desaparecer da face da terra hospitais, escolas, mesquitas, igrejas, monumentos históricos e culturais e que tentou tornar a Síria e países vizinhos em uma plataforma de agressão global", afirmou Vladimir Putin.

Além do mais, o presidente russo assinalou também que, em dois anos da operação antiterrorista síria, todo o mundo viu quão drasticamente mudaram as Forças Armadas russas.

"Vocês compreendem, sabem, sentem que em pouco mais de dois anos o exército mudou drasticamente, mudou porque as pessoas compreenderam que podem controlar a situação […] bem como entenderam o potencial do nosso equipamento bélico, como agem nossos órgãos administrativos e de abastecimento, e perceberam que nossas Forças Armadas atingiram nível avançado. O mundo inteiro viu", ressaltou Vladmir Putin.


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