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Por meio do Egito, Hamas pede a Israel que cesse fogo na Faixa de Gaza

O movimento Hamas pediu a Israel que cesse fogo por meio da mediação egípcia e prometeu interromper os confrontos na fronteira como parte do acordo, disse uma fonte política israelense à Sputnik.
Sputnik

"O Hamas teve um grande golpe ontem e o movimento pediu um cessar-fogo através do Egito, prometendo interromper o 'terror incendiário e nas cercas fronteiriças'", disse a fonte.

Segundo a mesma pessoa, Israel considera o Egito como fiador da implementação do cessar-fogo.

"Os egípcios são os garantidores nesta questão, mas em qualquer caso, o desenvolvimento da situação dependerá de ações reais. Se o Hamas violar o cessar-fogo, pagará um preço ainda maior", acrescentou a fonte.

Esses arranjos foram alcançados após bombardeios maciços das instalações do Hamas no enclave, que se seguiram ao assassinato de um soldado israelense na sexta-feira.

Este foi o segundo cessar-fogo entre Israel e o Hamas, coordenado pelo Egito nas últimas duas semanas. No último sábado, a Fo…

Pyongyang acusa Washington de querer provocar uma guerra na Coreia

A Coreia do Norte acusou, nesta quinta-feira, os Estados Unidos de quererem provocar uma guerra na península coreana, uma decisão que se reflete na escalada das manobras militares de Washington e os comentários "belicistas" das suas autoridades em direção a Pyongyang.


EFE

"Os comentários negligentes de guerra do círculo interno do presidente americano Donald Trump e os movimentos militares temerários dos EUA corroboram que o atual governo decidiu provocar uma guerra na península coreana", disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores norte-coreano à agência estatal "KCNA".


O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. EFE/HOW HWEE YOUNG
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. EFE/HOW HWEE YOUNG

Pyongyang acredita que Washington optou pela estratégia de ir "passo a passo" para fazer explodir o conflito e que o único que pode ser perguntado agora é "quando explodirá a guerra"?

O porta-voz do Ministério da Coreia do Norte afirmou: "não desejamos uma guerra, mas não fugiremos dela" e advertiu os EUA que "pagarão caro as consequências" por provocar um conflito com sua "poderosa força nuclear, que fortalecemos constantemente".

Os comentários da Chancelaria norte-coreana acontecem no meio da realização das manobras aéreas anuais de Washington e Seul "Vigilant ACE", as maiores até o momento, que se prolongarão até sexta-feira e que representam uma nova exibição de força diante do desafio armamentístico do regime liderado por Kim Jong-un.

A tensão na península da Coreia aumentou notavelmente nos últimos meses após o último teste nuclear norte-coreano em setembro e os lançamentos de mísseis balísticos, o mais recente e mais avançado na semana passada.

O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, o tenente-general Herbert Raymond "H.R." McMaster, falou recentemente que a possibilidade de uma guerra com a Coreia do Norte "está aumentando a cada dia", enquanto o senador republicano Lindsey Graham pediu ao Pentágono para começar a repatriar as famílias dos militares americanos, alegando que o conflito com o Norte está se aproximando.

Pyongyang rotulou hoje estes comentários de "belicistas" e disse que eles apenas podem ser interpretados "como um aviso para que estejamos preparados para uma guerra", disse o porta-voz do Ministério, acrescentando que "o mundo não deveria abrigar nenhum preconceito quando se trata de discernir quem está por trás da tensa situação".


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