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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Pyongyang diz que bloqueio marítimo dos EUA será grande passo em direção à guerra nuclear

Na quinta-feira (14), a Coreia do Norte avisou que vai aplicar medidas de "autodefesa implacáveis" se os EUA reforçarem o bloqueio marítimo visto por Pyongyang como "ato de guerra", comunica a mídia estatal norte-coreana.


Sputnik

Citando o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, a agência de notícias norte-coreana KCNA disse que o bloqueio naval pode ser uma "violação arbitrária" da soberania e dignidade do país.


USS Ronald Reagan, foto de arquivo
USS Ronald Reagan © AP Photo/ Eugene Hoshiko

O presidente norte-americano, Donald Trump, está dando "passos extremamente perigosos e longos em direção à guerra nuclear" com tal bloqueio, adicionou. Não estava claro imediatamente a qual proposta a agência se referia.

"Se os EUA e os seus aliados tentarem reforçar o bloqueio marítimo contra nosso país, vamos considerá-lo como ato de guerra e responder com medidas implacáveis de autodefesa repetidamente avisadas", disse a agência.

A resposta de Pyongyang veio em meio às tensões na península coreana depois do lançamento do míssil pela Coreia do Norte no final do mês de novembro.

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, declarou que a "comunidade internacional deve tomar medidas para aumentar segurança marítima, incluindo o direito de proibir o tráfego de produtos de ida e volta" da Coreia do Norte.


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