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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Qualquer cenário é possível: EUA e China se preparam para 'queda do regime' de Pyongyang

Os EUA e China discutem as garantias para manter as armas nucleares norte-coreanas em segurança se na Coreia do Norte houver "qualquer instabilidade", declarou o secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson falando perante o Conselho Atlântico em Washington.


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"Se alguma coisa acontecer, e isso pode ser algum assunto interno da Coreia do Norte […]se isso criar alguma instabilidade, o mais importante para nós seria garantir a segurança das armas nucleares já desenvolvidas, garantir que não iriam cair mãos de pessoas que não queremos", declarou Tillerson.


Arquitetura norte-coreana enigmática
Kim Jong-un © REUTERS/ KCNA

O diplomata norte-americano destacou que a ameaça por parte das armas nucleares norte-coreanas é demasiado grande para ser ignorada e que a política dos EUA de desnuclearização da Coreia do Norte é partilhada pela Rússia e a China.

O secretário de Estado também declarou pela primeira vez que os EUA estão prontos para negociações diretas com os representantes da Coreia do Norte. A única condição para as negociações, segundo ele, é que o regime não realize mais lançamentos de mísseis balísticos.


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