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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Que força está escondida por trás do escudo balístico da Coreia do Norte?

Enquanto os EUA estão aumentando cada vez mais a pressão sobre a Coreia do Norte, seu líder, Kim Jong-un tem à sua disposição muitas armas puramente convencionais para responder brutalmente aos EUA e seu aliado, Coreia do Sul, escreve o The National Interest.


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Vários analistas prestam muita atenção ao arsenal balístico da Coreia do Norte enquanto a ameaça real para Washington e Seul provém da artilharia pesada e das forças de operações especiais norte-coreanas que podem causar grandes danos, escreve o jornalista Dave Majumdar, em seu artigo para o jornal The National Interest.


Manobras de artilharia em grande escala em homenagem do 85 ͦ aniversário do Exército Popular da Coreia do Norte
Manobras militares da Coreia do Norte © REUTERS/ KCNA

"Coreia do Norte segue mantendo sua posição militar capaz de realizar um ataque surpresa a qualquer momento. Em particular, os canhões autopropulsados de 170 mm e os sistemas de lança-foguetes múltiplos de 240 mm podem dirigir fogo massivo contra a área da capital nacional de Seul…" reporta o documento oficial publicado pelo Ministério da Defesa Nacional da Coreia do Sul, citado pelo jornalista.

Além disso, a Coreia do Norte intensificou a capacidade das suas forças de artilharia com sistemas de lança-foguetes múltiplos de 122 mm, situadas na zona costeira no oeste, perto da fronteira.

As peças de artilheira da Coreia do Norte serão protegidas com trincheiras cobertas o que permitirá o país asiático a consolidar sua capacidade de sobrevivência durante as operações de combate. Em geral, Coreia do Sul estima que seu vizinho do norte conte com pelo menos 8.600 peças de artilheira e 5.500 sistemas de lança-foguetes múltiplos.

Ao modernizar suas forças blindadas, Pyongyang não só se concentra em melhorar as tropas mecanizadas, mas também constantemente persegue o objetivo de substituir os tanques T-54 e T-55 com tanques de fabricação própria Chonma-ho e Songun-ho.

De acordo com dados que figuram no documento sul-coreano, atualmente a Coreia do Norte dispõe de mais de 4.300 tanques e 2.500 veículos blindados. Por sua parte, as fontes militares estadunidenses destacam que as forças de operações especiais norte-coreanas estão bem treinadas e equipadas e representam um perigo significativo.

O artigo destaca que atualmente, as forças de operações especiais contam com 200.000 militares. Suas capacidades foram aumentadas para que possam atacar as unidades e facilidades, assassinar figuras cruciais e interromper as operações híbridas.

Ao mesmo tempo, o autor do artigo indica que esta infiltração deve ser realizada através de túneis subterrâneos, submarinos, áreas controladas na Zona Desmilitarizada, aviões AN-2 e helicópteros.

Finalmente, o especialista destaca que se começasse o conflito na região, a Coreia do Norte poderia causar danos severos à Coreia do Sul e às forças estadunidenses posicionadas na península da Coreia.


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