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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Rússia: afirmações de Erdogan sobre Assad ser terrorista não possuem bases legais

A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, comentou a afirmação do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, de ontem (27), qualificando seu homólogo sírio, Bashar Assad, como terrorista.


Sputnik

Maria Zakharova afirmou nesta quinta-feira (28), durante um briefing, que os representantes do governo sírio são integrantes da ONU e representam seu governo no Conselho de Segurança da ONU, fazendo com que"estas palavras até mesmo sem avaliações e argumentos adicionais não possuam nenhuma base legal".


Sírios passeando perto do retrato do presidente do país, Bashar Assad
© AFP 2017/ LOUAI BESHARA

Em 27 de dezembro, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou durante coletiva de imprensa, transmitida pela TV, com seu homólogo tunisiano, Beji Caid Essebsi que o presidente sírio "definitivamente é um terrorista que protagoniza o terrorismo estatal", acrescentando que "é impossível continuar com Assad", acusando o líder da Síria de ter matado aproximadamente um milhão de seus cidadãos.

O ministro das Relações Exteriores sírio respondeu às acusações no dia seguinte, afirmando que Erdogan enganou a opinião pública da Turquia ao declarar que Assad deveria deixar seu cargo, acrescentando que a política de Ancara "leva a consequências catastróficas" para os dois países.

Apesar de Rússia e Turquia serem mediadores no processo de negociações de paz na Síria, os países têm visões diferentes quanto à posição do presidente sírio.

Enquanto Moscou insiste que Assad continue sendo o presidente legítimo, frisando que o futuro da Síria deve ser decidido pelo próprio país, Ancara vem declarando que o presidente sírio deve deixar seu cargo.

Por sua vez, Assad se recusou a considerar Ancara como seu parceiro ou país garantidor por acreditar que a Turquia apoie o terrorismo.


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