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Novas incursões sauditas matam 5 civis iemenitas em Hudaydah

Pelo menos cinco civis foram mortos e vários outros ficaram feridos quando caças da Arábia Saudita realizaram uma série de ataques aéreos contra um bairro residencial na província costeira de Hudaydah, no Iêmen, enquanto o regime de Riad continua com sua campanha de bombardeio contra seu vizinho empobrecido.
Pars Today

Fontes locais, falando sob condição de anonimato, disseram à rede de televisão al-Masirah que aviões militares sauditas lançaram três ataques aéreos contra uma área no distrito de al-Hali, localizada a 150 quilômetros a sudoeste da capital Sana, na quinta-feira. tarde.


As fontes acrescentaram que cinco pessoas perderam a vida nos ataques, enquanto outras sofreram ferimentos.

Durante o dia, aviões de guerra sauditas atingiram o aeroporto de Sa'ada e a base militar de Kahlan, situada a 3 quilômetros a nordeste da cidade montanhosa do noroeste de Saada, com bombas de fragmentação.

Rússia: afirmações de Erdogan sobre Assad ser terrorista não possuem bases legais

A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, comentou a afirmação do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, de ontem (27), qualificando seu homólogo sírio, Bashar Assad, como terrorista.


Sputnik

Maria Zakharova afirmou nesta quinta-feira (28), durante um briefing, que os representantes do governo sírio são integrantes da ONU e representam seu governo no Conselho de Segurança da ONU, fazendo com que"estas palavras até mesmo sem avaliações e argumentos adicionais não possuam nenhuma base legal".


Sírios passeando perto do retrato do presidente do país, Bashar Assad
© AFP 2017/ LOUAI BESHARA

Em 27 de dezembro, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou durante coletiva de imprensa, transmitida pela TV, com seu homólogo tunisiano, Beji Caid Essebsi que o presidente sírio "definitivamente é um terrorista que protagoniza o terrorismo estatal", acrescentando que "é impossível continuar com Assad", acusando o líder da Síria de ter matado aproximadamente um milhão de seus cidadãos.

O ministro das Relações Exteriores sírio respondeu às acusações no dia seguinte, afirmando que Erdogan enganou a opinião pública da Turquia ao declarar que Assad deveria deixar seu cargo, acrescentando que a política de Ancara "leva a consequências catastróficas" para os dois países.

Apesar de Rússia e Turquia serem mediadores no processo de negociações de paz na Síria, os países têm visões diferentes quanto à posição do presidente sírio.

Enquanto Moscou insiste que Assad continue sendo o presidente legítimo, frisando que o futuro da Síria deve ser decidido pelo próprio país, Ancara vem declarando que o presidente sírio deve deixar seu cargo.

Por sua vez, Assad se recusou a considerar Ancara como seu parceiro ou país garantidor por acreditar que a Turquia apoie o terrorismo.


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