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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Rússia: afirmações de Erdogan sobre Assad ser terrorista não possuem bases legais

A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, comentou a afirmação do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, de ontem (27), qualificando seu homólogo sírio, Bashar Assad, como terrorista.


Sputnik

Maria Zakharova afirmou nesta quinta-feira (28), durante um briefing, que os representantes do governo sírio são integrantes da ONU e representam seu governo no Conselho de Segurança da ONU, fazendo com que"estas palavras até mesmo sem avaliações e argumentos adicionais não possuam nenhuma base legal".


Sírios passeando perto do retrato do presidente do país, Bashar Assad
© AFP 2017/ LOUAI BESHARA

Em 27 de dezembro, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou durante coletiva de imprensa, transmitida pela TV, com seu homólogo tunisiano, Beji Caid Essebsi que o presidente sírio "definitivamente é um terrorista que protagoniza o terrorismo estatal", acrescentando que "é impossível continuar com Assad", acusando o líder da Síria de ter matado aproximadamente um milhão de seus cidadãos.

O ministro das Relações Exteriores sírio respondeu às acusações no dia seguinte, afirmando que Erdogan enganou a opinião pública da Turquia ao declarar que Assad deveria deixar seu cargo, acrescentando que a política de Ancara "leva a consequências catastróficas" para os dois países.

Apesar de Rússia e Turquia serem mediadores no processo de negociações de paz na Síria, os países têm visões diferentes quanto à posição do presidente sírio.

Enquanto Moscou insiste que Assad continue sendo o presidente legítimo, frisando que o futuro da Síria deve ser decidido pelo próprio país, Ancara vem declarando que o presidente sírio deve deixar seu cargo.

Por sua vez, Assad se recusou a considerar Ancara como seu parceiro ou país garantidor por acreditar que a Turquia apoie o terrorismo.


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