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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Rússia: já não há pretextos formais para presença militar dos EUA na Síria

O Ministério da Defesa russo afirmou que o Pentágono engana opinião pública sobre a Síria e desconhece a situação real no país.


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"O Pentágono engana deliberadamente a comunidade internacional e a opinião pública norte-americana, incluindo o comandante-em-chefe [Trump], porque já não há razões nem pretextos formais para a presença de tropas norte-americanas na Síria", afirmou representante oficial do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov.


Militares americanos e rebeldes do Maghaweer al-Thawra, apoiado pelos EUA, em Al Tanf, no sul da Síria
Tropas dos EUA atuando com terroristas do Maghaweer al-Thawra na Síria © AP Photo/ Hammurabi's Justice News

Foi assim que ele comentou a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, de que os Estados Unidos teriam derrotado no Iraque e na Síria o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).

Konashenkov também criticou o comentário do seu homólogo norte-americano, Adrian Rankine-Galloway, de que o Pentágono não teria detectado nenhuma retirada significativa das forças de combate russas da Síria.

"Declarações dos representantes do Pentágono sobre a retirada ou não retirada das tropas russas não apenas revelam um desejo mal disfarçado de que não estejamos lá, mas também o desconhecimento da situação real sobre o terreno", afirmou ele.

O representante oficial do Ministério da Defesa russo sublinhou que "é problema do Pentágono se os canais de televisão norte-americanos não mostram o retorno dos aviões, sapadores, médicos e policiais militares russos da Síria", recomendando que assistam a canais russos ou europeus.

Em 11 de dezembro de 2017, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou o início da retirada das tropas russas da Síria. Moscou manterá a presença na base aérea de Hmeymim e no porto de Tartus.


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