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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Rússia: resolução militar da crise norte-coreana 'não será surpresa para nós'

Rússia está analisando as consequências de uma possível resolução militar da crise coreana e está se preparando para isto, de modo que o desenvolvimento da situação, não será nenhuma surpresa para Moscou.


Sputnik

Devido às tensões em nível mundial, que aumentaram ainda mais após o último lançamento de míssil balístico intercontinental norte-coreano, o secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patrushev, revela qual é a posição da Rússia quanto ao assunto em questão.


Lançamento do míssil balístico intercontinental Hwasong-15 que teve lugar na noite de 28 para 29 de novembro
Lançamento do míssil norte-coreano Hwasong-15 © REUTERS/ KCNA

Quanto à medida que Rússia irá tomar em caso de resolução militar do problema coreano, Patrushev explicou que Moscou considera todas as opções possíveis.

"Estamos analisando-a [possível resolução militar] e preparando-nos. Não será uma surpresa para nós".

Ao mesmo tempo, ele destacou que existe uma ameaça à segurança nacional da Rússia por parte da atividade norte-coreana.

"Encontramo-nos quase na fronteira com eles [Coreia do Norte]. Portanto, temos interesse em encontrar solução politica e diplomática [da crise]", declarou.

Na noite de 28 para 29 de novembro, a Coreia do Norte lançou o míssil Hwasong-15, que percorreu uma distância de 950 quilômetros e caiu a 210 quilômetros do litoral do Japão.

Pyongyang afirmou que, a partir de agora, já possui um meio capaz de lançar uma carga nuclear até qualquer ponto dos EUA. Muitos países, incluindo a Rússia, condenaram as ações da Coreia do Norte.

Neste contexto o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que Washington aplicará novas restrições a Pyongyang em resposta a mais um teste de míssil. Os EUA também apelaram ao bloqueio da Coreia do Norte.


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