Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Vídeo mostra momento do encontro do submarino argentino Ara San Juan

Profissionais que operavam um dos veículos submarinos foram os primeiros a ver em tela as imagens da embarcação, que estava desaparecida desde 15 de novembro do ano passado. Submarino foi localizado a 907 metros de profundidade.
Por G1

Um vídeo divulgado neste domingo (18) mostra as primeiras imagens do submarino Ara San Juan, no momento em que profissionais da empresa Ocean Infinity o localizaram. O encontro foi anunciado pela Marinha da Argentina na madrugada de sábado.


No vídeo é possível ver quando a equipe que opera um dos veículos que fazia as buscas vê a embarcação pela primeira vez em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 907 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia.

O Ara San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, com 44 pessoas a bordo, e sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma á…

'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.


Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA Donald Trump © REUTERS/ Joshua Roberts

"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os palestinos.

"Sua ação encorajou os elementos mais extremos da sociedade israelense […] porque eles tomam sua ação como uma licença para expulsar os palestinos de suas terras e sujeitá-los a um estado de apartheid", escreveu o Príncipe Turki.

"Sua ação tem igualmente encorajado o Irã e seus 'minions' terroristas a afirmar que eles são os defensores legítimos dos direitos dos palestinos", acrescentou, referindo-se ao inimigo xiita do reino.

A Arábia Saudita buscou melhores laços com Washington sob Trump do que tinha sob seu antecessor, Barack Obama, que alarmou Riad ao ​​assinar um acordo nuclear com o Irã, o arquirrival da Arábia Saudita.

O príncipe Turki é filho do rei Faisal, que foi assassinado em 1975. Seu irmão, Saud al-Faisal, serviu como ministro de Relações Exteriores por 40 anos até 2015, e seu ramo da família é visto como influente sobre a política externa saudita, mesmo que o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman tenha solidificado sua autoridade.

O príncipe Saud defendeu uma iniciativa de paz árabe de 2002 que pedia a normalização das relações entre os países árabes e Israel em troca da retirada de Israel dos territórios ocupados.

Embora a maioria das políticas estrangeiras na Arábia Saudita seja supervisionada pelo príncipe herdeiro Mohammed, uma fonte no Centro de Investigação e Estudos Islâmicos do Rei Faisal que o príncipe Turki preside afirmou que ele ainda se encontra o rei Salman todas as semanas.


Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas