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Mais 2 palestinos morrem após ataque israelense na Faixa de Gaza

Total de mortos chega a 4 após Israel atacar a Faixa de Gaza e atingir militantes do Hamas; confrontos começaram após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital israelense.
Por G1

Mais dois palestinos morreram neste sábado (9) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza contra alvos do movimento palestino Hamas. A Defesa de Israel disse que o bombardeio foi uma resposta a um foguete lançado pelo Hamas na sexta-feira. Os confrontos começaram após o presidente norte-americano, Donald Trump, reconhecer Jerusalém como a capital israelense nesta semana.

"Na manhã de sábado, equipes de resgate encontraram os corpos de dois palestinos que morreram em ataques aéreos israelenses na noite passada no norte da Faixa de Gaza", disse o porta-voz Ashraf Al Qedra.

Com essas duas mortes, subiu para quatro o número de palestinos mortos desde a última sexta-feira (8). Já são mais de 300 feridos desde que o grupo islâmico voltou a atacar Israel, após a decisão do governo americano, tomada na…

Secretário de Defesa dos EUA inicia rodada de viagens no norte da África e Oriente Médio

O secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, iniciou no Egito neste sábado (2) sua rodada de viagens pelo norte da África e Oriente Médio. Mattis reuniu-se com oficiais egípcios e também visitará Jordânia, Paquistão e Kuwait.


Sputnik

A visita do secretário de Defesa dos EUA ocorre pouco mais de uma semana após o pior ataque terrorista da história moderna do Egito, na turbulenta região da Península do Sinai. Até o momento, nenhum grupo terrorista assumiu a autoria do atentado que deixou mais de 300 mortos, mas testemunhas afirmam que os terroristas carregavam uma bandeira do Daesh.


Secretário de Estado norte-americano James Mattis gestures durante a conferência de imprensa sobre a campanha contra o Daesh no Pentágono, Washington, 19 de maio de 2017
Secretário de Defesa dos EUA Jim Mattis © REUTERS/ Yuri Gripas

Donald Trump ligou para o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, pouco depois do ataque e disse no Twitter que "o mundo não pode tolerar o terrorismo, devemos vencê-los militarmente e desacreditar a ideologia extremista".

Segundo o Departamento de Defesa dos EUA, a visita de Mattis é parte de uma viagem de cinco dias "para reafirmar o compromisso duradouro da parceria dos EUA com o Oriente Médio, África Ocidental e o sul da Ásia". Mattis tem agenda programada com al-Sisi e o ministro da Defesa, Sedki Sobhi.

O secretário de Defesa dos EUA irá depois para a Jordânia, onde deve encontrar-se com Rei Abdullah II. Já na segunda-feira, Mattis irá visitar o Paquistão e cumprirá agenda com o primeiro-ministro Abassi antes de concluir sua viagem com uma visita ao Kuwait no dia seguinte.

O Egito é um dos principais beneficiários da assistência militar dos EUA, recebendo cerca de US$ 1,3 bilhão anualmente, além de US$ 250 milhões na forma de ajuda econômica. Os recursos estão ligados ao tratado de paz do Egito com Israel de 1979.

Após o ataque do Sinai, al-Sisi instruiu suas forças de segurança a usar "toda força bruta" e deu-lhes três meses para restaurar a estabilidade na volátil parte norte da Península do Sinai.

A região tem sofrido com a insurgência islâmica há anos, principalmente após 2013, quando o antecessor de al-Sisi, o então presidente islâmico Mohamed Mursi, foi deposto.

Mas o governo de al-Sisi também expandiu os laços militares com a Rússia e assinou acordos para comprar caças, helicópteros e outras armas de Moscou. O ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, visitou o Cairo na quarta-feira, observando que a cooperação militar entre os dois países têm aumentado.


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