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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Sistema de defesa antiaérea Pantsir demonstrou seu potencial na Síria ao defender base aérea russa

Os sistemas de defesa antiaérea da base russa Hmeymim interceptaram mísseis lançados pelos terroristas, comunicou a mídia. O especialista militar, Viktor Murakhovsky, contou como os sistemas russos de defesa antiaérea operam na Síria.


Sputnik

O sistema de artilharia antiaérea Pantsir-S1 interceptou dois mísseis lançados pelos terroristas contra a base aérea Hmeymim na Síria, noticiou a edição Al-Masdar.


Pantsir-S1 em ação durante manobras
Pantsir S1 em ação © Sputnik/ Mikhail Fomichev

Os terroristas lançaram vários mísseis em direção à base aérea russa a partir do povoado Bidama situado na província de Idlib. O Pantsir-S1 conseguiu interceptar dois mísseis. Outro míssil explodiu na área da cidade de Jableh, na província de Latakia, sem atingir a base.

Foi comunicado que, no momento, os helicópteros da Força Aeroespacial russa estão patrulhando a área de lançamento dos mísseis.

Na sexta-feira (22), o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, afirmou que as tropas russas na Síria possuem uma defesa antiaérea segura. Ele frisou que os sistemas S-400, S-300V e Pantsir, junto com os caças, asseguraram a liderança absoluta da Força Aeroespacial russa no espaço aéreo da Síria. De acordo com o ministro, foram prevenidas todas as tentativas de violar as zonas de segurança de bases russas situadas em Tartus e Hmeymim.

O especialista militar Viktor Murakhovsky, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, falou sobre como operam os sistemas russos de defesa antiaérea na Síria.

"Em geral, podemos dizer que o S-400 e S-300V comprovaram suas elevadas características. Apesar de estes sistemas serem de longo alcance e não terem operado contra alvos aéreos reais, eles acompanharam os aviões da coalizão encabeçada pelos EUA que se aproximaram das fronteiras da zona definida pelo memorando de prevenção de incidentes. O sistema S-300V monitorou e detectou aviões de vigilância, bombardeiros táticos e operacionais e garantiu a segurança do espaço aéreo. Vale destacar o trabalho do sistema Pantsir, que durante a defesa do aeródromo Hmeymim se obteve sucesso na luta contra drones, bem como preveniu a que as instalações fossem atingidas por foguetes não guiados que os terroristas tentaram lançar na área de Hmeymim", assinalou Viktor Murakhovsky.

O especialista comentou também as notícias sobre o desenvolvimento de um novo sistema de artilharia antiaérea destinado à eliminação de drones e mísseis de cruzeiro. Entre as características do sistema vale destacar sua baixa visibilidade. Viktor Murakhovsky explicou por que a Rússia precisa destes sistemas.

"Quase todos os nossos sistemas de defesa antiaérea conseguem operar contra quaisquer alvos aerodinâmicos, incluindo drones de diferentes classes, de estratégicos a táticos. Contudo, ultimamente surgiram dores de classe extra pequena que operam principalmente sobre o campo de batalha. Trata-se de um alvo muito inconveniente, uma vez que se forem derrubados por mísseis dos sistemas de defesa antiaérea, o míssil custaria 10 vezes mais que o próprio drone. Além disso, no campo de batalha são largamente utilizadas munições robóticas, que também representam um perigo e que também devem ser eliminadas com meios antiaéreos", ressaltou Viktor Murakhovsky.


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