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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Tensão: Exército de Israel denuncia um segundo míssil lançado por palestinos

As Forças de Defesa de Israel afirmaram nesta sexta-feira que detectaram outro míssil lançado da Faixa de Gaza contra o sul do país.


Sputnik

"Um projétil foi disparado da Faixa de Gaza contra o sul de Israel", disseram os militares israelenses na rede social do Twitter, acrescentando que as tropas estão procurando o local do impacto.


Palestinian protesters chant angry slogans as one burns a representation of the American flag, during a protest against the U.S. decision to recognize Jerusalem as Israel's capital, in Gaza City Thursday, Dec. 7, 2017
Protesto de palestinos © AP Photo/ Khalil Hamra

Pouco antes nesta sexta-feira, as Forças da Defesa informaram que o sistema de defesa Iron Dome interceptou um projétil lançado da Faixa de Gaza, sem relatos de baixas.

Tanto a Faixa de Gaza como a Cisjordânia foram o palco nesta sexta-feira da ira de dezenas de confrontos entre palestinos armados com pedras e soldados israelenses, que resultaram na morte de um palestino e centenas de feridos.

As tensões na região aumentaram depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que sua administração reconheceu Jerusalém como a capital do Estado de Israel e ordenou ao Departamento de Estado que inicie o processo para mover a embaixada de Tel Aviv para aquela cidade.

Israel considera que Jerusalém, incluindo os bairros orientais que os palestinos afirmam ser seus, é a sua capital "única e indivisível".

No momento, todas as embaixadas estrangeiras estão em Tel Aviv para evitar participar da disputa entre israelenses e palestinos.


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