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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Tillerson pede que Arábia Saudita seja mais comedida no Iêmen, Catar e Líbano

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, pediu nesta sexta-feira mais comedimento à Arábia Saudita em suas atuações no Iêmen, no Catar e no Líbano, ao mesmo tempo em que reiterou seu apoio às reformas que Riad está promovendo.


EFE

"Os Estados Unidos apoiam as reformas na Arábia Saudita", afirmou Tillerson em pronunciamento à imprensa em Paris junto ao ministro de Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, com quem teve um encontro bilateral após ambos terem participado nesta manhã de uma reunião do grupo internacional de apoio ao Líbano.


Imagem de Rex Tillerson (esq) junto ao ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian (dir). EFE/ Christophe Petit Tesson
Imagem de Rex Tillerson (esq) junto ao ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian (dir). EFE/ Christophe Petit Tesson

Perguntado sobre a atuação exterior da Arábia Saudita, o chefe da diplomacia americana declarou que "lhe pedimos para serem comedidos" no Iêmen, no Catar e no Líbano.

Tillerson acrescentou que, a respeito do conflito no Iêmen, tinham sido "muito claros" ao exigir o fim do bloqueio, que impede o abastecimento do país, e, em particular, a entrada de ajuda humanitária.

Sobre o Líbano, considerou que "as coisas evoluíram de forma mais positiva".

De fato, Tillerson lembrou que nesta manhã o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, tinha destacado o compromisso de todos os partidos do seu governo com a chamada "política do distanciamento", para abster-se de qualquer intervenção nas diferentes crises da região e evitar as ingerências de outros países em seus assuntos internos.

Tanto Tillerson como Le Drian ressaltaram que todos, inclusive o Hezbollah, devem respeitar esse princípio, para preservar a soberania, a unidade e a integridade do Líbano.

O secretário de Estado americano confirmou, além disso, seu apoio ao reforço das capacidades do exército do Líbano, que será assunto de uma conferência internacional em Roma no início do próximo ano.


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