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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Tillerson pede que Arábia Saudita seja mais comedida no Iêmen, Catar e Líbano

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, pediu nesta sexta-feira mais comedimento à Arábia Saudita em suas atuações no Iêmen, no Catar e no Líbano, ao mesmo tempo em que reiterou seu apoio às reformas que Riad está promovendo.


EFE

"Os Estados Unidos apoiam as reformas na Arábia Saudita", afirmou Tillerson em pronunciamento à imprensa em Paris junto ao ministro de Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, com quem teve um encontro bilateral após ambos terem participado nesta manhã de uma reunião do grupo internacional de apoio ao Líbano.


Imagem de Rex Tillerson (esq) junto ao ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian (dir). EFE/ Christophe Petit Tesson
Imagem de Rex Tillerson (esq) junto ao ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian (dir). EFE/ Christophe Petit Tesson

Perguntado sobre a atuação exterior da Arábia Saudita, o chefe da diplomacia americana declarou que "lhe pedimos para serem comedidos" no Iêmen, no Catar e no Líbano.

Tillerson acrescentou que, a respeito do conflito no Iêmen, tinham sido "muito claros" ao exigir o fim do bloqueio, que impede o abastecimento do país, e, em particular, a entrada de ajuda humanitária.

Sobre o Líbano, considerou que "as coisas evoluíram de forma mais positiva".

De fato, Tillerson lembrou que nesta manhã o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, tinha destacado o compromisso de todos os partidos do seu governo com a chamada "política do distanciamento", para abster-se de qualquer intervenção nas diferentes crises da região e evitar as ingerências de outros países em seus assuntos internos.

Tanto Tillerson como Le Drian ressaltaram que todos, inclusive o Hezbollah, devem respeitar esse princípio, para preservar a soberania, a unidade e a integridade do Líbano.

O secretário de Estado americano confirmou, além disso, seu apoio ao reforço das capacidades do exército do Líbano, que será assunto de uma conferência internacional em Roma no início do próximo ano.


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