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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Tillerson pede que Arábia Saudita seja mais comedida no Iêmen, Catar e Líbano

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, pediu nesta sexta-feira mais comedimento à Arábia Saudita em suas atuações no Iêmen, no Catar e no Líbano, ao mesmo tempo em que reiterou seu apoio às reformas que Riad está promovendo.


EFE

"Os Estados Unidos apoiam as reformas na Arábia Saudita", afirmou Tillerson em pronunciamento à imprensa em Paris junto ao ministro de Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, com quem teve um encontro bilateral após ambos terem participado nesta manhã de uma reunião do grupo internacional de apoio ao Líbano.


Imagem de Rex Tillerson (esq) junto ao ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian (dir). EFE/ Christophe Petit Tesson
Imagem de Rex Tillerson (esq) junto ao ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian (dir). EFE/ Christophe Petit Tesson

Perguntado sobre a atuação exterior da Arábia Saudita, o chefe da diplomacia americana declarou que "lhe pedimos para serem comedidos" no Iêmen, no Catar e no Líbano.

Tillerson acrescentou que, a respeito do conflito no Iêmen, tinham sido "muito claros" ao exigir o fim do bloqueio, que impede o abastecimento do país, e, em particular, a entrada de ajuda humanitária.

Sobre o Líbano, considerou que "as coisas evoluíram de forma mais positiva".

De fato, Tillerson lembrou que nesta manhã o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, tinha destacado o compromisso de todos os partidos do seu governo com a chamada "política do distanciamento", para abster-se de qualquer intervenção nas diferentes crises da região e evitar as ingerências de outros países em seus assuntos internos.

Tanto Tillerson como Le Drian ressaltaram que todos, inclusive o Hezbollah, devem respeitar esse princípio, para preservar a soberania, a unidade e a integridade do Líbano.

O secretário de Estado americano confirmou, além disso, seu apoio ao reforço das capacidades do exército do Líbano, que será assunto de uma conferência internacional em Roma no início do próximo ano.


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