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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Tripulação do submarino San Juan reportou sobre falha ainda em setembro

A tripulação do submarino argentino ARA San Juan reportou sobre uma falha na embarcação ainda em setembro, comunica a edição Clarín citando um relatório da Marinha da Argentina.


Sputnik

De acordo com a edição, em setembro deste ano, a tripulação de San Juan informou sobre uma falha no snorkel (dispositivo que permite a renovação de ar nos submarinos, quando em submersão), o que levou à entrada de água na embarcação. Contudo, nesse mês foi evitada a inundação dos compartimentos importantes. Segundo o relatório interno da base naval de Puerto Belgrano, em 2018 o submarino devia ser reparado. Porém, de acordo com Clarín, este relatório não foi estudado pelas chefias da Marinha Argentina.


Tripulante do submarino militar argentino ARA San Juan no porto de Buenos Aires, Argentina (foto de arquivo)
Tripulante do submarino argentino ARA San Juan © REUTERS/ Armada Argentina

O ministro da Defesa argentino, Oscar Aguad, ficou sabendo da existência do relatório há somente alguns dias atrás, no quadro da investigação em andamento. Enquanto isso, depois de comunicação sobre a falha, o submarino foi ao mar várias vezes, não tendo sido registradas quaisquer outras falhas.

Anteriormente, o representante oficial da Marinha argentina, Enrique Balbi comunicou que especialistas detectaram os locais no oceano onde o submarino desaparecido poderia estar.

O submarino da Marinha da Argentina ARA San Juan desapareceu em 15 de novembro. Durante a última ligação, a tripulação do navio informou sobre um acidente. A bordo se encontravam 44 tripulantes, inclusive a primeira submarinista argentina, Eliana Krawczyk. A embarcação foi construída na Alemanha e começou a fazer parte da Marinha da Argentina em 1985.

Na quinta-feira (30), quinze dias após o desaparecimento do submarino, a Marinha da Argentina decidiu interromper as buscas por sobreviventes.


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