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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Tripulação do submarino San Juan reportou sobre falha ainda em setembro

A tripulação do submarino argentino ARA San Juan reportou sobre uma falha na embarcação ainda em setembro, comunica a edição Clarín citando um relatório da Marinha da Argentina.


Sputnik

De acordo com a edição, em setembro deste ano, a tripulação de San Juan informou sobre uma falha no snorkel (dispositivo que permite a renovação de ar nos submarinos, quando em submersão), o que levou à entrada de água na embarcação. Contudo, nesse mês foi evitada a inundação dos compartimentos importantes. Segundo o relatório interno da base naval de Puerto Belgrano, em 2018 o submarino devia ser reparado. Porém, de acordo com Clarín, este relatório não foi estudado pelas chefias da Marinha Argentina.


Tripulante do submarino militar argentino ARA San Juan no porto de Buenos Aires, Argentina (foto de arquivo)
Tripulante do submarino argentino ARA San Juan © REUTERS/ Armada Argentina

O ministro da Defesa argentino, Oscar Aguad, ficou sabendo da existência do relatório há somente alguns dias atrás, no quadro da investigação em andamento. Enquanto isso, depois de comunicação sobre a falha, o submarino foi ao mar várias vezes, não tendo sido registradas quaisquer outras falhas.

Anteriormente, o representante oficial da Marinha argentina, Enrique Balbi comunicou que especialistas detectaram os locais no oceano onde o submarino desaparecido poderia estar.

O submarino da Marinha da Argentina ARA San Juan desapareceu em 15 de novembro. Durante a última ligação, a tripulação do navio informou sobre um acidente. A bordo se encontravam 44 tripulantes, inclusive a primeira submarinista argentina, Eliana Krawczyk. A embarcação foi construída na Alemanha e começou a fazer parte da Marinha da Argentina em 1985.

Na quinta-feira (30), quinze dias após o desaparecimento do submarino, a Marinha da Argentina decidiu interromper as buscas por sobreviventes.


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