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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Abbas pedirá na Europa reconhecimento da Palestina com fronteiras de 1967

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pedirá a ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) que trabalhem com seus respectivos governos para que reconheçam a Palestina com as fronteiras de 1967 e Jerusalém Oriental como sua capital.


EFE

Segundo o porta-voz da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Xabier abu Eid, Abbas viajará a Bruxelas em 22 de janeiro e "um dos pontos mais relevantes da sua agenda será as reuniões com ministros de Relações Exteriores europeus para solicitar o reconhecimento internacional da Palestina com suas fronteiras de 1967".


EFE/EPA/Mussa Qawasma
EFE/EPA/Mussa Qawasma

O Comitê Central da OLP, que reunirá na próxima semana todos os grupos palestinos, fará suas recomendações ao Comitê Executivo.

O grupo nacionalista Al Fatah fez um chamado à população no sábado para que continuem os protestos que começaram após o reconhecimento do presidente americano, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a ameaça de Washington de cortar seu financiamento à cooperação palestina.

O comunicado incentivou os habitantes de Cisjordânia a marcharem até postos militares fronteiriços na terça-feira e a realizar serviços religiosos em massa na sexta-feira.

A postura palestina foi apoiada ontem pelo Conselho de Ministros da Liga Árabe, com representantes de Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Marrocos e Emirados Árabes Unidos.

O chefe da diplomacia jordaniana, Ayman Safadi, disse que todos os chanceleres concordaram que não haverá estabilidade na região enquanto o Estado palestino não for reconhecido com as fronteiras de 1967, informou o jornal israelense "Haaretz".


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