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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Abbas pedirá na Europa reconhecimento da Palestina com fronteiras de 1967

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pedirá a ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) que trabalhem com seus respectivos governos para que reconheçam a Palestina com as fronteiras de 1967 e Jerusalém Oriental como sua capital.


EFE

Segundo o porta-voz da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Xabier abu Eid, Abbas viajará a Bruxelas em 22 de janeiro e "um dos pontos mais relevantes da sua agenda será as reuniões com ministros de Relações Exteriores europeus para solicitar o reconhecimento internacional da Palestina com suas fronteiras de 1967".


EFE/EPA/Mussa Qawasma
EFE/EPA/Mussa Qawasma

O Comitê Central da OLP, que reunirá na próxima semana todos os grupos palestinos, fará suas recomendações ao Comitê Executivo.

O grupo nacionalista Al Fatah fez um chamado à população no sábado para que continuem os protestos que começaram após o reconhecimento do presidente americano, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a ameaça de Washington de cortar seu financiamento à cooperação palestina.

O comunicado incentivou os habitantes de Cisjordânia a marcharem até postos militares fronteiriços na terça-feira e a realizar serviços religiosos em massa na sexta-feira.

A postura palestina foi apoiada ontem pelo Conselho de Ministros da Liga Árabe, com representantes de Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Marrocos e Emirados Árabes Unidos.

O chefe da diplomacia jordaniana, Ayman Safadi, disse que todos os chanceleres concordaram que não haverá estabilidade na região enquanto o Estado palestino não for reconhecido com as fronteiras de 1967, informou o jornal israelense "Haaretz".


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