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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Abbas pedirá na Europa reconhecimento da Palestina com fronteiras de 1967

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pedirá a ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) que trabalhem com seus respectivos governos para que reconheçam a Palestina com as fronteiras de 1967 e Jerusalém Oriental como sua capital.


EFE

Segundo o porta-voz da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Xabier abu Eid, Abbas viajará a Bruxelas em 22 de janeiro e "um dos pontos mais relevantes da sua agenda será as reuniões com ministros de Relações Exteriores europeus para solicitar o reconhecimento internacional da Palestina com suas fronteiras de 1967".


EFE/EPA/Mussa Qawasma
EFE/EPA/Mussa Qawasma

O Comitê Central da OLP, que reunirá na próxima semana todos os grupos palestinos, fará suas recomendações ao Comitê Executivo.

O grupo nacionalista Al Fatah fez um chamado à população no sábado para que continuem os protestos que começaram após o reconhecimento do presidente americano, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a ameaça de Washington de cortar seu financiamento à cooperação palestina.

O comunicado incentivou os habitantes de Cisjordânia a marcharem até postos militares fronteiriços na terça-feira e a realizar serviços religiosos em massa na sexta-feira.

A postura palestina foi apoiada ontem pelo Conselho de Ministros da Liga Árabe, com representantes de Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Marrocos e Emirados Árabes Unidos.

O chefe da diplomacia jordaniana, Ayman Safadi, disse que todos os chanceleres concordaram que não haverá estabilidade na região enquanto o Estado palestino não for reconhecido com as fronteiras de 1967, informou o jornal israelense "Haaretz".


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