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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Abbas pedirá na Europa reconhecimento da Palestina com fronteiras de 1967

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, pedirá a ministros de Relações Exteriores da União Europeia (UE) que trabalhem com seus respectivos governos para que reconheçam a Palestina com as fronteiras de 1967 e Jerusalém Oriental como sua capital.


EFE

Segundo o porta-voz da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Xabier abu Eid, Abbas viajará a Bruxelas em 22 de janeiro e "um dos pontos mais relevantes da sua agenda será as reuniões com ministros de Relações Exteriores europeus para solicitar o reconhecimento internacional da Palestina com suas fronteiras de 1967".


EFE/EPA/Mussa Qawasma
EFE/EPA/Mussa Qawasma

O Comitê Central da OLP, que reunirá na próxima semana todos os grupos palestinos, fará suas recomendações ao Comitê Executivo.

O grupo nacionalista Al Fatah fez um chamado à população no sábado para que continuem os protestos que começaram após o reconhecimento do presidente americano, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel e a ameaça de Washington de cortar seu financiamento à cooperação palestina.

O comunicado incentivou os habitantes de Cisjordânia a marcharem até postos militares fronteiriços na terça-feira e a realizar serviços religiosos em massa na sexta-feira.

A postura palestina foi apoiada ontem pelo Conselho de Ministros da Liga Árabe, com representantes de Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Marrocos e Emirados Árabes Unidos.

O chefe da diplomacia jordaniana, Ayman Safadi, disse que todos os chanceleres concordaram que não haverá estabilidade na região enquanto o Estado palestino não for reconhecido com as fronteiras de 1967, informou o jornal israelense "Haaretz".


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