Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Acusar Rússia de violação do tratado INF é contraproducente, diz embaixador

Os EUA continuam acusando publicamente a Rússia de "violar" o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (Tratado INF), o que é contraproducente, declarou em entrevista à Sputnik o embaixador russo nos EUA, Anatoly Antonov.


Sputnik

De acordo com o embaixador, "Washington continua politizando este tema, aumentando as acusações públicas de 'violação' do Tratado INF por parte da Rússia. Ao mesmo tempo, os norte-americanos evitam a discussão concreta das nossas preocupações em relação ao seu cumprimento das disposições do Tratado. Achamos que a retórica pública agressiva a que Washington está recorrendo é contraproducente e não favorece o fortalecimento do Tratado INF".


Míssil balístico intercontinental russo Yars
Míssil balístico intercontinental russo Yars © AFP 2018/ VASILY MAXIMOV

O embaixador disse que a parte russa ainda em 2007 levantou a questão sobre a necessidade de conferir ao Tratado um caráter multilateral.

"Infelizmente, a nossa proposta não foi apoiada pelos países europeus – aliados dos EUA na OTAN. Achamos que este tema continua atual. Em especial, levando em conta as mudanças que ocorreram na esfera da segurança internacional e estabilidade estratégica desde a assinatura do Tratado", notou Antonov.

O embaixador também disse que as inspeções no âmbito do Tratado estão fora de discussão, porque, de acordo com o documento, as inspeções poderiam ser realizadoras somente ao longo de 13 anos após a sua entrada em vigor [até 30 de maio de 2001]. "Como podemos ver, todas as condições foram cumpridas".

O Tratado foi assinado em 1987 por um prazo indeterminado. Com isso, cada uma das partes tem o direito de o rescindir, apresentando provas convincentes sobre a necessidade de abandonar o Tratado.

Além disso, Antonov notou que a Rússia e EUA não são adversários, mas sim parceiros provados com o tempo. Ele frisou que, apesar de a Rússia não aceitar tentativas de exercer pressão sobre si por parte dos EUA, o país não busca aumentar a confrontação e está aberto a revitalizar o diálogo bilateral.

Segundo ele, a Rússia e os EUA "têm que procurar o reforço das relações bilaterais na área econômica, protegendo-as das alterações conjunturais".

Por fim, Antonov assinalou que nas circunstâncias difíceis de hoje, também é importante manter a cooperação na exploração pacífica do espaço, no Ártico e na área científica.


Postar um comentário