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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Apesar dos avisos da Turquia, EUA não planejam sair da cidade síria de Manbij

Os EUA não planejam retirar suas tropas da cidade síria de Manbij apesar das advertências da Turquia, declarou na segunda-feira (29) o chefe do Comando Central dos EUA, general Joseph Votel.


Sputnik

"Retirar as forças norte-americanas de Manbij não é algo que procuramos fazer", comunicou o canal CNN, citando Votel.


Patrulha dos EUA nos arredores de Manbij, Síria
Tropas dos EUA em Manbij, Síria © AP Photo/ Sem credenciais

Assim, as tropas norte-americanas correm risco de ser apanhadas pelo progresso militar da Turquia no norte da Síria se Ancara cumprir sua promessa de avançar na área.

Mais anteriormente neste mês, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, declarou que Ancara não vai limitar medidas de precaução contra as Unidades de Proteção Popular (YPG) ao distrito de Afrin síria e que pode vir a se mover a Manbij, também na província de Aleppo.

O ministro das Relações Exteriores turco declarou que, em comparação com as promessas dos EUA, as cidades de Manbij e Raqqa não foram governadas por conselhos locais depois de terem sido libertas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia), mas ficaram nas mãos do Partido da União Democrática (PYD), considerado afiliação do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que consequentemente é designado como organização terrorista pela Turquia.

Após a declaração de Cavusoglu, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as forças turcas vão limpar completamente a região dos terroristas, começando com a cidade síria de Manbij e ao longo de toda a fronteira turco-síria.

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