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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Após incidente, EUA pedem que Rússia não se aproxime de suas aeronaves

Os Estados Unidos pediram à Rússia que evitem se aproximar das aeronaves norte-americanas para evitar situações perigosas, disse a porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Heather Nauert.


Sputnik

A declaração vem logo após um incidente ocorrido na segunda-feira (29) sobre o Mar Negro, quando um avião russo interceptou uma aeronave norte-americana, causando tensões.


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Anton Denisov

​De acordo com Nauert, um jato Su-27 russo "se envolveu em uma interação insegura" com um avião do EP-3 dos EUA, quando este sobrevoava o espaço aéreo internacional do Mar Negro. A porta-voz expressou profunda preocupação com o incidente.

"Enquanto a aeronave dos EUA estava operando de acordo com o direito internacional, o lado russo violava flagrantemente os acordos existentes e o direito internacional, neste caso o Acordo de 1972 para a Prevenção de Incidentes Sobre o Alto Mar (INCSEA, na sigla em inglês) […]. Pedimos à Rússia para cessar essas ações inseguras que aumentam o risco de erros de cálculo, o perigo para a tripulação aérea em ambos os lados e as colisões no ar", disse Nauert na segunda-feira (29).

Ela chamou o incidente "o exemplo mais recente de atividades militares russas desconsiderando as normas e acordos internacionais".


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