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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Após incidente, EUA pedem que Rússia não se aproxime de suas aeronaves

Os Estados Unidos pediram à Rússia que evitem se aproximar das aeronaves norte-americanas para evitar situações perigosas, disse a porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Heather Nauert.


Sputnik

A declaração vem logo após um incidente ocorrido na segunda-feira (29) sobre o Mar Negro, quando um avião russo interceptou uma aeronave norte-americana, causando tensões.


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Anton Denisov

​De acordo com Nauert, um jato Su-27 russo "se envolveu em uma interação insegura" com um avião do EP-3 dos EUA, quando este sobrevoava o espaço aéreo internacional do Mar Negro. A porta-voz expressou profunda preocupação com o incidente.

"Enquanto a aeronave dos EUA estava operando de acordo com o direito internacional, o lado russo violava flagrantemente os acordos existentes e o direito internacional, neste caso o Acordo de 1972 para a Prevenção de Incidentes Sobre o Alto Mar (INCSEA, na sigla em inglês) […]. Pedimos à Rússia para cessar essas ações inseguras que aumentam o risco de erros de cálculo, o perigo para a tripulação aérea em ambos os lados e as colisões no ar", disse Nauert na segunda-feira (29).

Ela chamou o incidente "o exemplo mais recente de atividades militares russas desconsiderando as normas e acordos internacionais".


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