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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Após incidente, EUA pedem que Rússia não se aproxime de suas aeronaves

Os Estados Unidos pediram à Rússia que evitem se aproximar das aeronaves norte-americanas para evitar situações perigosas, disse a porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Heather Nauert.


Sputnik

A declaração vem logo após um incidente ocorrido na segunda-feira (29) sobre o Mar Negro, quando um avião russo interceptou uma aeronave norte-americana, causando tensões.


Caças Su-27 da Força Aérea russa
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Anton Denisov

​De acordo com Nauert, um jato Su-27 russo "se envolveu em uma interação insegura" com um avião do EP-3 dos EUA, quando este sobrevoava o espaço aéreo internacional do Mar Negro. A porta-voz expressou profunda preocupação com o incidente.

"Enquanto a aeronave dos EUA estava operando de acordo com o direito internacional, o lado russo violava flagrantemente os acordos existentes e o direito internacional, neste caso o Acordo de 1972 para a Prevenção de Incidentes Sobre o Alto Mar (INCSEA, na sigla em inglês) […]. Pedimos à Rússia para cessar essas ações inseguras que aumentam o risco de erros de cálculo, o perigo para a tripulação aérea em ambos os lados e as colisões no ar", disse Nauert na segunda-feira (29).

Ela chamou o incidente "o exemplo mais recente de atividades militares russas desconsiderando as normas e acordos internacionais".


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