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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Aposta arriscada? General diz que Coreia do Norte não provou que pode atingir os EUA

A Coreia do Norte fez novos avanços no seu programa de mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs, na sigla em inglês), mas ainda não demonstrou todas as capacidades necessárias para atingir os Estados Unidos com essa arma.


Sputnik

A opinião foi dada por um dos principais cientistas norte-americanos nesta terça-feira, no que poderá ser interpretado por Pyongyang como uma aposta arriscada.


Lançamento do míssil Hwasong-12, 15 de setembro, 2017
Lançamento do míssil norte-coreano Hwasong-12 © REUTERS/ KCNA

Enquanto os norte-coreanos indicaram que podem colocar os EUA no alcance e apontar um míssil para o país, o general Paul Selva, vice-presidente do Estado-Maior dos EUA, disse que ainda não se comprovou que suas tecnologias de fusão e segmentação podem sobreviver às tensões de voos de mísseis balísticos.

"Eles deram alguns passos, mas ainda é verdade que eles não demonstraram todos os componentes de um sistema de mísseis balísticos intercontinentais", disse Selva a repórteres.

Também não é claro se a Coreia do Norte tem um veículo de reentrada forte o suficiente para retornar à atmosfera terrestre do espaço e lançar uma ogiva nuclear.

"É possível [que o líder norte-coreano Kim Jong-um] os tenha, então temos que apostar que ele os têm, mas não mostrou ainda", avaliou Selva.

No ano passado, a Coreia do Norte testou os ICBMs que tinham o alcance potencial de atingir o continente dos Estados Unidos. Em setembro do mesmo ano, Pyongyang realizou seu sexto e maior teste nuclear, supostamente com uma bomba de hidrogênio.

O programa de armas de Pyongyang viu as tensões na península da Coreia aumentarem nos últimos meses, provocando novas rodadas de sanções e retórica ardente do presidente dos EUA, Donald Trump, e de Kim Jong-un.


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