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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Assad: 'Operação turca em Afrin é parte da estratégia para apoiar os terroristas'

O comunicado do líder sírio veio na sequência de relatos sobre a entrada de tanques turcos na província síria de Afrin, particularmente em apoio à ofensiva do Exército Livre da Síria, grupo de oposição ao governo sírio, e contra as posições das forças de autodefesa curdas.


Sputnik

De acordo com Bashar Assad, a agressão turca contra Afrin está relacionada com a política turca conduzida desde o início da crise na Síria que, segundo ele, se baseia no apoio prestado aos agrupamentos terroristas.


O presidente sírio Bashar Assad durante um discurso em frente dos diplomatas, em 20 de agosto de 2017
Presidente sírio Bashar Assad © AP Photo/ Página do Facebook da Presidência da Síria

"O ato de agressão brutal da Turquia contra a cidade síria de Afrin não pode ser separado da política que o regime turco tem seguido desde o primeiro dia da crise na Síria, que se baseia principalmente no apoio do terrorismo e de agrupamentos terroristas de nomes diferentes", disse o presidente, citado pela agência SANA.

Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores e Migração sírio anunciou que o país condena categoricamente a agressão brutal da Turquia contra a cidade de Afrin, apelando à comunidade internacional para tomar medidas imediatas com o fim de fazer parar esta campanha.

No comunicado se adianta que a Síria refuta as declarações fictícias do regime turco de que este alegadamente teria avisado Damasco do início da operação. Estas declarações, para a Síria, "fazem parte da série de mentiras que já nos acostumamos a ouvir".

A declaração foi feita no decorrer da reunião com uma delegação do Conselho para as Relações Exteriores Estratégicas do Irã.


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