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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ataque da coalizão árabe deixa vários mortos e feridos no Iêmen

Pelo menos 17 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas após um bombardeio da coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita no Iêmen, segundo informou uma fonte local à Sputnik.


Sputnik

O ataque aéreo teve como alvo o distrito de Al-Qafla, no território de Amran.


Área destruída por ataques da coalizão internacional liderada pela Arábia Saudita no Iêmen (arquivo)
Área destruída pelo ataque da coalizão liderada pela Arábia Saudita © AP Photo/ Hani Mohammed

"Os aviões da coalizão bombardearam uma ponte e um mercado durante o dia, e, mais tarde, lançaram outro ataque contra a região, quando os habitantes locais tentavam ajudar as vítimas, o que resultou na morte de 17 pessoas e em mais de 20 feridos", afirmou a fonte.

O Iêmen vive em estado de conflito armado desde 2014, com os rebeldes houthis combatendo as forças leais ao presidente Abd Rabbuh Mansur. Desde março de 2015, uma coalizão internacional liderada por Riad vem bombardeando posições rebeldes no país vizinho. Segundo a ONU, mais de 10 mil pessoas já morreram por conta dos conflitos.


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