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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Belgas que foram lutar pelo Daesh estão voltando pra casa... e causando um dilema no país

A Bélgica parece estar enfrentando um problema doméstico sério, já que dezenas de belgas que deixaram o país para ir lutar pelo Daesh (autodenominado Estado Islâmico) no Oriente Médio agora estão voltando para a casa depois que o califado do grupo terrorista desmoronou.


Sputnik

De acordo com a Deutsche Welle, de todos os países europeus, a Bélgica possui "o maior número per capita dos chamados combatentes terroristas estrangeiros" e as perspectivas de lidar com um grande número de pessoas que receberam treino de combate e foram possivelmente doutrinadas por um grupo terrorista violento é preocupante.


Daesh  terrorists pass by a convoy in Tel Abyad, northeast Syria (File)
Terroristas do Daesh na Síria © AP Photo/ Militant website

O nervosismo resultante parece ser ainda mais agravado pelo fato de que os membros que retornam do grupo terrorista se mostraram relutantes em falar sobre a experiência ou a discutir sua reintegração na sociedade belga.

"Muitos deles voltaram com um enorme sentimento de vergonha. E eles não querem mostrar isso ou mostrar seu nome ou estar na TV para dizer 'OK, fui pra lá e fui tolo e voltei'. Eles estão tentando construir uma nova vida e um novo começo", disse o conselheiro da cidade de Antuérpia, Hicham El Mzairh, à DW.

Alguns repatriados também não se arrependem de serem membros de uma das organizações terroristas mais notoriamente brutais da história. O Daesh converteu, por exemplo, o belga Michael "Younes" Delefortrie, que foi preso em 2014 depois de retornar à Bélgica para visitar sua esposa. Em entrevista à imprensa local, Younes disse que a única coisa da qual se arrependia era de ter voltado para o país de origem.

El Mzairh, no entanto, observou que o problema real não são os francos simpatizantes do Daesh como Delefortrie, mas aqueles que ficam calados.

"Eles não querem que vejamos que eles estão de volta. Para ser honesto, eles não mostram nenhum sentimento de vergonha", disse, acrescentando que essas pessoas estão "mais frustradas" com o fato de que Daesh está perdendo e eles estare [presos] aqui".

Pieter van Ostaeyen, pesquisador do movimento da jihad belga, também advertiu sobre uma atividade significativa nas mídias sociais exibidas por partidários do Daesh.

"Quão forte é esta influência? Bem, basicamente, só saberemos quando o próximo ataque acontecer", ele observou.

Mais cedo, o diretor executivo da Europol, Rob Wainwright, disse à Sputnik que o número de militantes islâmicos que retornam à Europa depois de terem saído para participar de grupos terroristas teve apenas aumento marginal após as derrotas militares do Daesh no Iraque e na Síria.


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