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Estados Unidos esperam sinais da Coreia do Norte sobre possível diálogo, diz Tillerson

'Mantemos nossos canais abertos', diz secretário de Estado em entrevista a TV.
EFE

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afrmou neste domingo que está atento a possíveis sinais da Coreia do Norte sobre a chance de iniciar um diálogo, que começaria sendo bilateral, mas no qual a China assumiria algum papel mais adiante.

"O meu trabalho como chefe da diplomacia é garantir que os norte-coreanos saibam que mantemos nossos canais abertos", disse Tillerson em entrevista exibida na noite de domingo pela emissora "CBS", e da qual o Departamento de Estado proporcionou uma transcrição nesta segunda-feira.

"Não estou mandando muitas mensagens de resposta porque, por enquanto, não há nada a dizer, portanto estou ouvindo para que você (a Coreia do Norte) me diga que está preparado para falar", acrescentou Tillerson.

Ao ser questionado sobre como saberia se a Coreia do Norte está disposta a realizar negociações, Tillerson respondeu: "Eles vã…

Chefe da OTAN inclui 'Rússia impertinente' na lista das principais ameaças mundiais

Para secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, Rússia é uma das ameaças mundiais.


Sputnik

"Estamos enfrentando a situação mais difícil e imprevisível na área de segurança dos últimos 25 anos", disse o chefe da Aliança citado pelo portal sérvio Politika.


Soldados e bandeira da OTAN
Militares da OTAN © REUTERS/ Ints Kalnins

Além da "Rússia impertinente" que, segundo Stoltenberg, "viola as fronteiras internacionais", na lista entrou a instabilidade no Oriente Médio e na África do Norte, bem como o programa nuclear da Coreia do Norte. Os ataques cibernéticos e o terrorismo também foram mencionados.

Mais cedo Stoltenberg havia declarado que a Aliança Atlântica não quer uma nova guerra fria com Rússia e está a favor do diálogo político, apesar de Rússia ter virado "mais autoconfiante".

Presidente russo, Vladimir Putin, comentando as várias anteriores declarações sobre a "ameaça russa", apelou aos países europeus para não inventarem mitos.

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