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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

China busca aumentar seu poder nuclear para evitar 'bullying' dos EUA

Um porta-voz militar do Exército chinês disse na última terça-feira que, apesar do fato de seu país possuir armas suficientes para evitar a pressão dos EUA e outras potências nucleares, tem que responder à mudança de estratégia da administração dos EUA do presidente Donald Trump.


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Os especialistas apontam para um aumento significativo no número de ogivas nucleares chinesas. Parte da explicação para isso envolve a nova estratégia de segurança nacional dos EUA, divulgada em dezembro de 2017 e que é orientada principalmente para limitar o crescimento da influência global da China e da Rússia.


Veículos militares transportam mísseis balísticos de curto alcance DF-15B passando pela Porta de Tianamen durante a parada militar em homenagem aos 70 anos da vitória na Segunda Guerra Mundial, Pequim, China, 3 de setembro de 2015
Veículos de transporte de mísseis balísticos DF-15B chineses © REUTERS/ Jason Lee

Para atingir este objetivo do Pentágono, as autoridades estadunidenses procuram aumentar a capacidade militar através do aumento da capacidade de guerra com armas nucleares de "baixa potência". Para Pequim, há um crescente "bullying" americano com o Trump no governo dos EUA e os chineses estão comprometidos a enfrentar isso.

De acordo com o jornal South China Morning Post, entre os meios com os quais os EUA aspiram esse fim estão o bombardeiro B-21, desenvolvido pela empresa Northrop Grumman, que tem a capacidade de disparar mísseis convencionais e termonucleares.

As ogivas nucleares são outro elemento-chave no processo de fortalecimento das capacidades militares de Washington. De acordo com o ex-membro do Exército Popular da China, Song Zhongping, Pequim deve ter implantado várias centenas de ogivas nucleares, embora não "tantas como os EUA e a Rússia".

Mistério e inovações


A China nunca divulgou o número total de ogivas nucleares do seu arsenal. No entanto, a Associação de Controle de Armas (ACA), com sede em Washington, calcula um total de 270 ogivas, um número maior do que o Reino Unido (215), em comparação com a França (300) e bem abaixo da Rússia (7000) e dos EUA (6800).

Para o analista militar chinês Zhou Chenming, a China só precisa aumentar o seu arsenal nuclear com mais 100 ogivas para anular as ameaças dos EUA e a Índia.

"Considerando a visão pragmática da China, o país não vai gastar muito dinheiro na corrida armamentista. A manutenção das armas nucleares é algo extremamente caro", explicou Chenming. "A China desenvolveu muitos tipos de ogivas convencionais, de curta e longa distância, que podem se tornar poderosas armas nucleares".

O gigante asiático concentra-se principalmente na atualização da eficácia de suas armas nucleares através da modernização de lançadores de mísseis capazes de disparar vários projéteis ao mesmo tempo por mar, terra e ar.

Além disso, Pequim está desenvolvendo um "veículo de deslocamento supersônico (HGV)" conhecido como DF-17, cujos primeiros testes foram realizados em novembro do ano passado. Tal arma representa um desafio não apenas para os EUA, mas também para o Japão e a Índia, rivais envolvidos em recentes disputas territoriais na Ásia.


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