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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Coalizão dos EUA matou até 6.000 civis no Iraque e na Síria em 2017

De 3.900 a 6.100 civis da Síria e do Iraque morreram em 2017 devido a ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos, disse o grupo britânico de análise e monitoramento AirWars (AMG).


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"Devido aos ataques aéreos e de artilharia da coalizão, o número de mortes entre os não participantes em operações de combate aumentou em mais de 200% em 2017 em relação a 2016, e estava entre 3.923 e 6.102", informou o site da AMG.


Iraque, militares iraquianos observam ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA às posições do Daesh em Fallujah
Militares iraquianos observam ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA em Fallujah © AP Photo/ Rwa Faisal

O grupo também relatou que o número de feridos cresceu 55%, bem como descobriu que o aumento do número de mortes entre civis devido a ataques da coalizão coincidiu com a diminuição da atividade militar russa na Síria.

O Comando Central dos EUA revelou, no final de dezembro, que pelo menos 817 civis foram mortos sem premeditação desde o início da operação na Síria e no Iraque e que outras 603 mortes estão sendo investigadas.

A coalizão com os EUA à frente está levando a cabo desde 2014 uma operação militar na Síria e no Iraque — sem o consentimento de seus governos — contra o grupo terrorista Daesh.

O grupo britânico de análise e monitoramento AirWars é uma organização sem fins lucrativos que segue a atividade aérea de vários países no Iraque, Síria e Líbia. A entidade é financiada por doações voluntárias e por organizações de caridade.


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