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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Contra 'ameaça russa', Dinamarca investirá R$6,7 bi em gastos militares adicionais

Parlamentares dinamarqueses concordaram neste domingo (28) em alocar um adicional de 12,8 bilhões de coroas (US$ R$6,7 bi) para gastos militares durante os próximos seis anos, citando a Rússia como uma das maiores ameaças à sua segurança.


Sputnik

"A ameaça da Rússia é real e está aumentando, precisamos mostrar determinação com a defesa", disse o primeiro-ministro Lars Lokke Rasmussen em comunicado citado pela agência de notícias Reuters.


Banderas de Dinamarca
Bandeiras da Dinamarca © flickr.com/ Bobby Hidy

O país vai estabelecer uma brigada militar formada por 4 mil homens e posicionada no Mar Báltico. Para 2018, o orçamento com gastos militares será de 22 bilhões de coroas (R$11,57 bi), valor que subirá gradativamente até 2023, quando o país espera gastar 20% acima dos níveis atuais.

O ministro das Relações Exteriores, Anders Samuelsen também divulgou comunicado em que cita as preocupações da Dinamarca com segurança.

"O cenário de ameaça internacional é muito sério. Uma Rússia mais assertiva perto das fronteiras da OTAN, o terrorismo, ameaças cibernéticas e fluxos irregulares de migrantes são coisas com as quais precisamos lidar".

A Rússia moveu em 2016, mísseis Iskander-M com capacidade nuclear para o enclave de Kaliningrado, no Mar Báltico. Um sistema de defesa de mísseis aéreos também foi instalado na região. À época, Moscou argumentou que o deslocamento foi motivado pela "necessidade de defender fronteiras russas diante da expansão militar por parte da OTAN", nas palavras do porta-voz da presidência da Rússia, Dmitry Peskov.


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