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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Coreia do Norte aceita reabrir linha de comunicação com Seul

Pyongyang voltou a utilizar linha telefônica intercoreana a partir desta quarta-feira (3). Países ensaiam reaproximação e negociam encontro em área desmilitarizada.


EFE

O regime da Coreia do Norte reabriu nesta quarta-feira (3) as linhas de comunicação com a Coreia do Sul, após seu líder, Kim Jong-un, expressar a vontade de retomar o diálogo em sua mensagem de Ano Novo.

Foto de 2005 mostra militar da Coreia do Sul em comunicação com a Coreia do Norte em zona desmilitarizada (Foto: AFP)
Foto de 2005 mostra militar da Coreia do Sul em comunicação com a Coreia do Norte em zona desmilitarizada (Foto: AFP)

Segundo a rádio estatal da Coreia do Norte, a linha telefônica intercoreana foi reativada a partir das 15h (horário local, 4h30 de Brasília).

Os canais de comunicação habituais entre os dois países não estavam operando desde fevereiro de 2016, quando foram cancelados pela Coreia do Norte em protesto contra a decisão de Seul de fechar o complexo industrial intercoreano de Kaesong.

O anúncio ocorre um dia após a proposta de Seul para que houvesse uma reunião de alto nível na próxima terça-feira (9), para tratar da possível participação de Pyongyang nos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang.

A Coreia do Sul sempre defendeu que a participação da Coreia do Norte nos Jogos ajudaria a aliviar a tensão entre os dois países. Caso o encontro aconteça, seria o primeiro contato deste tipo em mais de dois anos entre as duas Coreias.

Reaproximação

O aceno à Coreia do Sul marca uma mudança de tom após um ano de retórica particularmente agressiva da Coreia do Norte. Segundo a BBC, no mês passado, o presidente sul-coreano Moon Jae-in sugeriu adiar um treinamento militar anual conjunto com tropas norte-americanas até o final dos Jogos de Inverno.

A Coreia do Norte costuma classificar esses treinamentos como exercícios de preparação para a guerra. "A participação da Coreia do Norte nos Jogos Olímpicos de Inverno será uma boa oportunidade para mostrar união e desejamos que os jogos sejam um sucesso", disse Kim Jong-un em seu discurso de Ano Novo.

"Autoridades das duas Coreias devem se reunir urgentemente para discutir essa possibilidade", acrescentou.

Jogos de inverno

Os dois únicos atletas norte-coreanos qualificados para disputar os jogos são os patinadores Ryom Tae-Ok e Kim Ju-Sik.

A Coreia do Norte perdeu o prazo oficial para a confirmar a participação de uma delegação, mas os dois ainda poderiam competir a convite do Comitê Olímpico Internacional.

O presidente dos Jogos de PyeongChang, Lee Hee-beom, disse à agência sul-coreana de notícias Yonhap que estava satisfeito em saber da disposição da Coreia do Norte em participar do campeonato. "O comitê recebe entusiasticamente (a notícia). É como um presente de Ano Novo", disse.

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