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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Damasco: declarações dos EUA sobre zona de segurança são agressão contra soberania síria

Chancelaria síria considera as declarações dos EUA sobre a criação de zonas de segurança no país árabe como uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria.


Sputnik

Como a mídia já havia informado, a coalizão liderada pelos EUA está criando "forças de segurança fronteiriça" na Síria, que deverão integrar 30 mil efetivos, para proteger a zona sob controlo da coalizão.


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Militar dos EUA ao lado de terroristas sírios © REUTERS/ Rodi Said

"A Síria condena resolutamente a decisão dos EUA quanto aos grupos armados no nordeste do país, o que representa uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria e uma violação grave do direito internacional", diz comunicado da chancelaria, citado pela agência SANA.

A chancelaria destacou que a decisão da administração dos EUA faz parte de um programa destruidor de Washington que visa agravar a situação na região e incentivar os conflito intestinos, decisão que obstaculiza a resolução da crise.

"Ao mesmo tempo, [a decisão] mostra sua hostilidade em relação às nações árabes e contribui para o projeto americano-sionista na região", acrescenta o comunicado.

A TV estatal síria, citando uma fonte oficial na chancelaria, informou que o exército sírio está determinado a "pôr fim a qualquer presença dos EUA no país".

Hoje cedo, o chanceler russo Sergei Lavrov declarou que os planos dos EUA de criação de zonas de segurança na Síria mostram que Washington não está interessada na preservação da integridade da Síria.


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