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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Damasco: declarações dos EUA sobre zona de segurança são agressão contra soberania síria

Chancelaria síria considera as declarações dos EUA sobre a criação de zonas de segurança no país árabe como uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria.


Sputnik

Como a mídia já havia informado, a coalizão liderada pelos EUA está criando "forças de segurança fronteiriça" na Síria, que deverão integrar 30 mil efetivos, para proteger a zona sob controlo da coalizão.


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Militar dos EUA ao lado de terroristas sírios © REUTERS/ Rodi Said

"A Síria condena resolutamente a decisão dos EUA quanto aos grupos armados no nordeste do país, o que representa uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria e uma violação grave do direito internacional", diz comunicado da chancelaria, citado pela agência SANA.

A chancelaria destacou que a decisão da administração dos EUA faz parte de um programa destruidor de Washington que visa agravar a situação na região e incentivar os conflito intestinos, decisão que obstaculiza a resolução da crise.

"Ao mesmo tempo, [a decisão] mostra sua hostilidade em relação às nações árabes e contribui para o projeto americano-sionista na região", acrescenta o comunicado.

A TV estatal síria, citando uma fonte oficial na chancelaria, informou que o exército sírio está determinado a "pôr fim a qualquer presença dos EUA no país".

Hoje cedo, o chanceler russo Sergei Lavrov declarou que os planos dos EUA de criação de zonas de segurança na Síria mostram que Washington não está interessada na preservação da integridade da Síria.


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