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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Damasco: declarações dos EUA sobre zona de segurança são agressão contra soberania síria

Chancelaria síria considera as declarações dos EUA sobre a criação de zonas de segurança no país árabe como uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria.


Sputnik

Como a mídia já havia informado, a coalizão liderada pelos EUA está criando "forças de segurança fronteiriça" na Síria, que deverão integrar 30 mil efetivos, para proteger a zona sob controlo da coalizão.


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Militar dos EUA ao lado de terroristas sírios © REUTERS/ Rodi Said

"A Síria condena resolutamente a decisão dos EUA quanto aos grupos armados no nordeste do país, o que representa uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria e uma violação grave do direito internacional", diz comunicado da chancelaria, citado pela agência SANA.

A chancelaria destacou que a decisão da administração dos EUA faz parte de um programa destruidor de Washington que visa agravar a situação na região e incentivar os conflito intestinos, decisão que obstaculiza a resolução da crise.

"Ao mesmo tempo, [a decisão] mostra sua hostilidade em relação às nações árabes e contribui para o projeto americano-sionista na região", acrescenta o comunicado.

A TV estatal síria, citando uma fonte oficial na chancelaria, informou que o exército sírio está determinado a "pôr fim a qualquer presença dos EUA no país".

Hoje cedo, o chanceler russo Sergei Lavrov declarou que os planos dos EUA de criação de zonas de segurança na Síria mostram que Washington não está interessada na preservação da integridade da Síria.


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