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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Damasco: declarações dos EUA sobre zona de segurança são agressão contra soberania síria

Chancelaria síria considera as declarações dos EUA sobre a criação de zonas de segurança no país árabe como uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria.


Sputnik

Como a mídia já havia informado, a coalizão liderada pelos EUA está criando "forças de segurança fronteiriça" na Síria, que deverão integrar 30 mil efetivos, para proteger a zona sob controlo da coalizão.


Um combatente norte-americano, que está lutando ao lado das Forças Democráticas da Síria, segura bandeira do seu país
Militar dos EUA ao lado de terroristas sírios © REUTERS/ Rodi Said

"A Síria condena resolutamente a decisão dos EUA quanto aos grupos armados no nordeste do país, o que representa uma agressão aberta contra a soberania e integridade da Síria e uma violação grave do direito internacional", diz comunicado da chancelaria, citado pela agência SANA.

A chancelaria destacou que a decisão da administração dos EUA faz parte de um programa destruidor de Washington que visa agravar a situação na região e incentivar os conflito intestinos, decisão que obstaculiza a resolução da crise.

"Ao mesmo tempo, [a decisão] mostra sua hostilidade em relação às nações árabes e contribui para o projeto americano-sionista na região", acrescenta o comunicado.

A TV estatal síria, citando uma fonte oficial na chancelaria, informou que o exército sírio está determinado a "pôr fim a qualquer presença dos EUA no país".

Hoje cedo, o chanceler russo Sergei Lavrov declarou que os planos dos EUA de criação de zonas de segurança na Síria mostram que Washington não está interessada na preservação da integridade da Síria.


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