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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Deputados brasileiros se reúnem com o presidente do parlamento da Síria

Uma delegação de deputados federais brasileiros se reuniu nesta terça-feira com o presidente da Assembleia do Povo Sírio, Hammoudeh Sabbagh, em Damasco.


EFE

Durante o encontro, Sabbagh destacou, segundo a agência estatal de notícias "Sana", a importância de transmitir à opinião pública mundial a "realidade sobre os fatos na Síria" e a luta contra o terrorismo.


EFE/Youssef Badawi
EFE/Youssef Badawi

O presidente da Assembleia do Povo Sírio também afirmou que a prioridade é eliminar o terrorismo, ampliando o processo de reconciliação entre a população local e a reconstrução do país.

Sabbagh avaliou as posturas de países amigos que permaneceram ao lado da Síria e do povo do país na luta contra os terroristas.

A delegação brasileira é liderada pelo deputado federal Arlindo Chinaglia (PT/SP). Segundo a "Sana", Chinaglia reforçou na reunião com Sabag a necessidade do retorno da representação diplomática em nível de embaixadores entre os dois países.

A embaixada do Brasil em Damasco está parcialmente aberta desde o início do conflito em 2011. No entanto, o governo optou por transferir provisoriamente os diplomatas para Beirute e Amã em julho do ano seguinte, mantendo no edifício funcionários locais que tratam apenas de assuntos consulares.


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