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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Erdogan anuncia oficialmente início da operação militar em Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou início oficial da operação militar em Afrin.


Sputnik

De acordo com o presidente turco, a operação militar já começou, de fato, no terreno.


Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan durante discurso
Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan © AFP 2018/ ADEM ALTAN / AFP

"A operação antiterrorista começou, de fato, em Afrin", declarou Erdogan, discursando na província de Kutahya.

Segundo ele indicou, a operação seguinte será realizada na cidade síria de Manbij.

Segundo informa a agência Anadolu, o presidente turco destacou que o "Ocidente deve entender que a Turquia é um aliado que deve ser tomado em conta e com o qual é preciso cooperar na região".

Mais cedo, em uma entrevista ao canal Haberturk, o ministro da Defesa turco, Nurettin Canikli, afirmou que ataques mútuos, realizados na fronteira entre a Turquia e a Síria, deram início à operação militar na província de Afrin.

O ministro também destacou que a operação militar tem como objetivo eliminar todos os "corredores terroristas".

Segundo Canikli, "a operação em Afrin é um direito da Turquia, garantido pelo direito internacional". Ele também frisou que hoje em dia a Turquia está assegurando as condições necessárias para a realização da campanha.


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